Kalykim Oferecer soluções em limpeza e sanitização é a especialidade da Kalykim há mais de 20 anos.

28/08/2026

Barras, halteres, bancos, máquinas e pegadores são utilizados por diversos alunos ao longo do dia.

O problema é que esse compartilhamento aumenta o risco de transferência de microrganismos entre usuários.

Por isso, academias precisam adotar protocolos claros e bem definidos de higienização, contendo pontos como:

Identificação das superfícies de maior contato;

Frequência adequada de higienização;

Produtos adequados para superfícies esportivas;

Disponibilização de insumos para os alunos;

Treinamento da equipe.

Todos esses processos devem estar documentados em um POP, que também precisa incluir um espaço para registro e monitoramento das rotinas, ok?

✅ Organize os protocolos de higienização da sua academia e garanta a segurança sanitária dos seus alunos.

Salve este conteúdo para fazer sua revisão mais tarde!

Sim, e o impacto é maior do que muitos gestores imaginam…A eficácia de qualquer produto saneante depende, entre outros f...
25/08/2026

Sim, e o impacto é maior do que muitos gestores imaginam…

A eficácia de qualquer produto saneante depende, entre outros fatores, das características da água utilizada no processo.

Em lavanderias industriais, alguns parâmetros podem reduzir o desempenho dos detergentes, alvejantes e acidulantes, mesmo quando esses produtos são de alta qualidade e aplicados na diluição correta.

As características que mais impactam esse resultado são:

— Dureza;

— pH;

— Presença de minerais dissolvidos.

A água dura, por exemplo, contém altas concentrações de cálcio e magnésio que reagem com os tensoativos presentes nos detergentes, formando resíduos insolúveis que comprometem tanto a remoção de sujidades quanto a conservação das fibras têxteis.

Da mesma forma, variações no pH da água podem alterar a ação de produtos com faixas ideais de atuação, tornando o processo menos eficaz sem nenhuma alteração aparente no protocolo.

Antes de questionar a qualidade de um produto ou alterar dosagens sem critério técnico, avalie a qualidade da água disponível na operação.

Esteja atento também a outros fatores de qualidade e garanta que sua lavanderia esteja sempre em conformidade com as normas técnicas.

Compartilhe com um gestor!

A Resolução n.º 50 da Anvisa estabelece diretrizes para o planejamento e a elaboração de projetos físicos de estabelecim...
20/08/2026

A Resolução n.º 50 da Anvisa estabelece diretrizes para o planejamento e a elaboração de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde.

Isso abrange desde as unidades básicas até hospitais, clínicas, pronto-socorros e laboratórios de pesquisa, serviços, produção e ensino.

Entre as regras relacionadas ao projeto físico desses espaços está a definição dos níveis de biossegurança aplicáveis aos laboratórios.

Essa classificação considera o grau de contenção necessário e a complexidade das medidas de proteção, sendo dividida em quatro níveis:

📌 NB-1: nível básico de contenção, baseado em práticas padrão de microbiologia. Não exige barreiras primárias ou secundárias especiais, com exceção de uma pia para higienização das mãos.

📌 NB-2: envolve agentes biológicos de risco moderado, normalmente presentes na comunidade e associados a doenças humanas de gravidade variável.

📌 NB-3: destinado ao trabalho com agentes nativos ou exóticos com potencial de transmissão por via respiratória, capazes de causar infecções graves ou potencialmente fatais.

📌 NB-4: envolve agentes exóticos altamente perigosos, que representam alto risco por provocarem doenças graves ou fatais e exigem o máximo nível de contenção.

Você já conhecia essa classificação?

Conta para a gente: qual é o nível de biossegurança do laboratório em que você atua?

À primeira vista, esses processos podem até parecer semelhantes. Afinal, todos têm o mesmo objetivo: garantir ambientes ...
17/08/2026

À primeira vista, esses processos podem até parecer semelhantes.

Afinal, todos têm o mesmo objetivo: garantir ambientes seguros!

Mas, na prática, cada tipo de higienização segue lógicas completamente diferentes — influenciadas por fatores como nível de risco, tipo de atividade realizada e impactos.

Por isso, ignorar essas diferenças e aplicar protocolos genéricos compromete a segurança e a conformidade com normas e exigências legais.

Vamos entender melhor esses conceitos:

🔹 Higienização institucional:

— Aplicada a escritórios, escolas, academias, hotéis e ambientes corporativos;

— Foca na redução do risco microbiológico associado à alta circulação de pessoas;

— Os protocolos priorizam superfícies de contato frequente, rotinas padronizadas e controle operacional compatível com o risco do ambiente.

🔹 Higienização industrial:

— Atua em indústrias de alimentos, bebidas e processos produtivos;

— Visa prevenir contaminações cruzadas e proteger o produto final;

— Os protocolos exigem POPs detalhados, controle rigoroso de parâmetros técnicos e atendimento a normas específicas, como RDCs, INs e requisitos de auditorias.

🔹 Higienização em serviços de saúde:

— Usado em ambientes como clínicas, hospitais e consultórios;

— Foca na interrupção da cadeia de transmissão de patógenos;

— Os protocolos são padronizados, com classificação de áreas por risco, produtos específicos, registros detalhados e capacitação contínua das equipes.

Compartilhe com outros gestores essas diferenças!

Durante a higienização das máquinas e equipamentos, toda indústria precisa ficar atenta às regras de segurança da NR-12....
14/08/2026

Durante a higienização das máquinas e equipamentos, toda indústria precisa ficar atenta às regras de segurança da NR-12.

Essa norma define que o processo faz parte da fase de utilização dessas máquinas e, portanto, está sujeito a todos os seus requisitos de segurança.

Isso significa que cada intervenção de higienização em um equipamento industrial deve seguir procedimentos formais, assim como ocorre nas etapas de manutenção e reparo.

Nesse caso, seis regras se destacam:

A higienização dos equipamentos deve ser executada por profissionais capacitados e formalmente autorizados pelo empregador.

O processo deve ocorrer com as máquinas e equipamentos parados, isolados e com as fontes de energia descarregadas, de forma visível ou facilmente identificável.

Deve haver o bloqueio mecânico e elétrico na posição “desligado” ou “fechado” de todos os dispositivos de corte de fontes de energia, impedindo a reenergização.

O horário e a data do bloqueio, bem como o motivo da manutenção e o nome do responsável, devem estar sinalizados com cartão ou etiqueta.

Deve ocorrer o acionamento de sistemas de retenção com trava mecânica, para evitar o movimento de retorno acidental de partes basculadas ou articuladas abertas das máquinas e equipamentos.

No caso de medidas máquinas ou equipamentos sustentadas somente por sistemas

hidráulicos e pneumáticos, devem ser adotadas medidas adicionais de segurança.

Com esses cuidados, sua indústria cumpre as exigências da NR-12 e ainda garante que esse processo seja executado com eficácia, sem colocar trabalhadores em risco.

Não conhecia essas regras? Salve para colocá-las em prática!

A RDC nº 275/2002 da Anvisa define os POPs obrigatórios para todos os estabelecimentos produtores e industrializadores d...
11/08/2026

A RDC nº 275/2002 da Anvisa define os POPs obrigatórios para todos os estabelecimentos produtores e industrializadores de alimentos no Brasil.

Lembrando que esses são os Procedimentos Operacionais Padronizados, nos quais é feito o registro escrito de como cada rotina crítica deve ser executada.

Isso garante rastreabilidade, padronização e conformidade com as Boas Práticas de Fabricação.

No caso, a RDC nº 275/2002 exige oito POPs:

Higienização das instalações, equipamentos, móveis e utensílios.

Controle da potabilidade da água.

Higiene e saúde dos manipuladores.

Manejo dos resíduos.

Manutenção preventiva e calibração de equipamentos.

Controle integrado de vetores e pragas urbanas.

Seleção das matérias-primas, ingredientes e embalagens.

Programa de recolhimento de alimentos.

Cada um deles deve conter instruções sequenciais e objetivas, com responsáveis definidos, frequências estabelecidas e espaço para registro das execuções.

Se um desses documentos não existir ou estiver incompleto, a empresa pode ser punida por infração de natureza sanitária e sofrer sanções como:

— Advertência;

— Multa;

— Apreensão de produto;

— Suspensão de vendas e/ou fabricação de produto;

— Interdição parcial ou total do estabelecimento.

Então, faça uma revisão dos POPs da sua indústria e verifique se todos estão implementados, atualizados e sendo cumpridos.

Salve esse conteúdo para fazer uma análise completa!

Antes de adquirir qualquer produto saneante para uso profissional, é fundamental entender que a Anvisa classifica esses ...
07/08/2026

Antes de adquirir qualquer produto saneante para uso profissional, é fundamental entender que a Anvisa classifica esses produtos em categorias de risco.

Essa classificação define tanto as exigências regulatórias para o fabricante quanto as implicações para quem os utiliza.

Vamos entender a diferença:

— Saneantes de Risco 1 são aqueles com baixo potencial de causar danos à saúde humana ou ao meio ambiente quando utilizados conforme indicado.

Sua comercialização ocorre mediante simples notificação junto à Anvisa, um processo mais ágil que não exige estudos de eficácia ou segurança tão aprofundados.

— Saneantes de Risco 2 envolvem substâncias com maior potencial de risco, incluindo produtos com ação antimicrobiana, alvejantes com concentrações específicas e desinfetantes de uso geral.

Esses produtos precisam passar por registro formal na Anvisa, com comprovação de eficácia, segurança e cumprimento dos requisitos de rotulagem estabelecidos pela regulamentação vigente.

Para as empresas, conhecer a diferença é importante porque, primeiro, verificar se um produto está notificado ou registrado garante que foi avaliado pela agência.

Isso significa que a solução está dentro dos padrões de segurança e eficácia exigidos.

Segundo, porque em uma auditoria ou fiscalização sanitária, será possível comprovar a regularização dos saneantes e atender às Boas Práticas exigidas pela legislação.

E você? Já estava atento a essas classificações?

A crença de que usar mais produto que o indicado garante um resultado maior saiu das residências e foi para as lavanderi...
04/08/2026

A crença de que usar mais produto que o indicado garante um resultado maior saiu das residências e foi para as lavanderias industriais.

O problema é que essa prática gera um resultado oposto e ainda representa um custo operacional desnecessário.

Afinal, diluições acima do recomendado deixam resíduos químicos nas fibras têxteis após o enxágue.

Isso pode causar:

— Irritações em usuários;

— Aceleramento do desgaste dos tecidos;

— Comprometimento da qualidade das peças ao longo do tempo.

Em lavanderias hospitalares, resíduos de produtos alcalinos ou alvejantes em roupas de cama e de trabalho representam também um risco à saúde dos pacientes e dos profissionais.

Por outro lado, dosagens abaixo do recomendado comprometem o controle microbiológico do processo, justamente o objetivo central da higienização em ambientes que lidam com enxovais contaminados.

Ou seja, para garantir um resultado eficiente e seguro, você deve seguir a diluição indicada pelo fabricante.

Essa dosagem é o resultado de te**es técnicos que equilibram eficácia, segurança para os tecidos, para os usuários e custo por ciclo de lavagem.

Portanto, alterá-la sem fundamentação é um risco em qualquer sentido.

Compartilhe com seu time esse alerta!

O controle de pragas não é responsabilidade exclusiva da empresa especializada contratada para realizar as visitas perió...
30/07/2026

O controle de pragas não é responsabilidade exclusiva da empresa especializada contratada para realizar as visitas periódicas.

É de toda a indústria.

Afinal, a eficácia do controle vetorial depende diretamente de como os ambientes são higienizados no dia a dia.

Inclusive, a RDC nº 275/2002 da Anvisa trata o Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas como um dos sete POPs obrigatórios para indústrias de alimentos, pois ele não pode ser dissociado das demais rotinas operacionais.

Resíduos orgânicos mal removidos, acúmulo de gordura em ralos e cantos, frequências de higienização inadequadas e produtos saneantes que não eliminam os substratos que atraem pragas tornam qualquer intervenção externa insuficiente.

Os insumos utilizados e a forma como a higienização é executada criam (ou eliminam) as condições que favorecem a presença de pragas na operação.

A empresa terceirizada de controle vetorial atua sobre o problema já instalado. A higienização bem estruturada é o que impede que ele se instale.

Para manter controle sanitário real, sua indústria precisa rever os dois processos de forma integrada.

Concorda?

Quando se fala em segurança de alimentos, muitos gestores concentram sua atenção apenas nos locais de produção e preparo...
27/07/2026

Quando se fala em segurança de alimentos, muitos gestores concentram sua atenção apenas nos locais de produção e preparo.

Porém, a cadeia de riscos não termina quando o alimento sai da cozinha ou da fábrica: ela também se estende até o momento em que o produto chega ao destino final.

É justamente aqui que entra a RDC nº 216/2004 da Anvisa, que regula as Boas Práticas para Serviços de Alimentação dentro e fora dos estabelecimentos, incluindo o transporte desses alimentos.

Isso significa que os veículos utilizados para transportar alimentos preparados devem garantir condições que preservem a qualidade e a segurança do produto ao longo de todo o trajeto.

Para atender a essa norma, é preciso estar atento a cuidados como::

— As superfícies dos equipamentos, móveis e utensílios utilizados no transporte devem ser lisas, impermeáveis, laváveis e estar isentas de rugosidades, frestas e outras imperfeições.

— Antes do transporte, os alimentos preparados devem estar protegidos contra contaminantes e identificados com, no mínimo, a designação do produto, a data de preparo e o prazo de validade.

— O transporte do alimento preparado deve ocorrer em condições de tempo e temperatura que não comprometam sua qualidade higiênico-sanitária.

— A temperatura do alimento deve ser monitorada durante todo o processo de armazenamento, transporte e distribuição.

— Os meios de transporte devem ser higienizados e dotados de cobertura para proteção da carga, não devendo transportar outras cargas que comprometam a qualidade higiênico-sanitária do alimento preparado.

Já estava atento a essas regras?

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Alvorada, RS
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