19/08/2021
É assim que começa é? O primeiro lego de um filho o pai nunca esquece.
Sei que não é a idade aconselhável, mas desde pequeno ensinamos a ele que não se deve por nada na boca, e raríssimas vezes ele fez isso.
Além do mais, ele vem demonstrando interesse em lego a algum tempo. Sem contar seu entusiasmo e fascínio por foguetes e viagens a marte. Fascínio esse que dentro das limitações da idade, sabe muito bem o que constitui uma estação de lançamento de foguetes. E faz questão de ter tudo montado para que o lançamento seja um sucesso.
Quando me pergunto se estamos sendo bons país, sempre fico na dúvida po que acredito que "principalmente" eu, poderia deixar o celular mais de lado e brincar mais com ele, ou dar mais atenção, conversar mais, etc, como qualquer pai/mãe realmente comprometido também pensa. "Nunca fazemos o suficiente".
Mas nesses momentos, onde percebo o fascínio, a curiosidade, por coisas tão maiores, e não falo so de foguetes espaciais, falo de dinossauros mas diferente do que eu esperava ele quer entender, por que não existem, por que um vive na água o outro não, etc. Poderia ainda dar mais exemplos.
Percebo que explicar tudo isso, deixar seu acesso a desenhos/videos que tendem apenas entreter as crianças super restritos, usar nossos tantos aparelhos tecnológicos como celulares e tablets apenas para instruir e o acolher, mesmo durante um evento social ao invés de distrair.
Nos faz, pelo menos para o Noah bons pais.
Nossa forma de lidar com a paternidade é a certa? Certamente não, mas estamos fazendo nosso melhor a cada dia, instigando o desenvolvimento intelectual, social e cultural com base nos princípios e virtudes que acreditamos, mantendo a infância dele o mais intacta possível, permitindo que ele seja criança, que ele se desenvolva a sua maneira.