Somos um grupo de mulheres em Capão Bonito, em ação para levar visibilidade à luta feminina. Jun
31/01/2023
Quem não gosta de desfrutar de um laser e ainda se for em um ponto Turístico .
Vamos falar sobre Acessibilidade e Inclusão?
O com suas novas instalações convida a todos para estarem prestigiando este grande dia .
Teremos Palestras, Desfile de Moda Inclusiva e uma Grande Feira com Produtos da nossa Região.
Venha traga sua Familia e vamos inserir no Laser e Turismo tudo oque a sociedade exclui 🌻 ✨
18/11/2022
Hoje nós despedimos desta Gameleira
Professora Tánia Vicentin 🌻 ✨
Uma mulher cheia de luz que deixará Saudades.
17/09/2022
Não é Não 👊 👊
06/07/2022
12/06/2022
Você sabia que Cecília Meirelles era de origem cigana?
Sim, uma das maiores poetas do Brasil, Cecília Meirelles, era uma bela mulher de origem cigana. Ela foi a primeira pessoa do grupo de “Rom" do mundo, ou seja, a primeira cigana, a receber um título de Doutora Honoris Causa.
O título foi recebido em Délhi, Índia, no ano de 1953 e ela se tornou Doutora Honoris Causa da Universidade local.
Foi através das palavras de um dos maiores poetas de nossa língua, Carlos Drummond de Andrade, que f**amos sabendo sobre a cigana Cecilia Meireles, embora ela tenha escrito diversos poemas sobre o tema.
Ela viveu e se posicionou em um período de nossa história onde uma mulher não era bem vista trabalhando fora de casa e muito menos colocando sua opinião, escrevendo, criticando.
Ela não foi lembrada pela ABL na sua época, mas, entre a ABL e a Cecília, quem perde é a ABL. Eles é que perderam...o povo cigano não.
Ao povo cigano f**a o orgulho de ter entre seus filhos uma figura tão digna que com certeza inspirou e inspira toda uma linhagem de artistas das palavras com o dom de tocar nossas almas através das palavras.
Veja um poema dela sobre os ciganos:
“A tua raça de aventura
Quis a terra, o céu, o mar.
Na minha, há uma delícia obscura
Em não querer, em não ganhar.
A tua raça quer partir,
Guerrear, sofrer, vencer, voltar.
A minha, não quer ir nem vir.
A minha raça quer passar.”
(Fonte: Nota Terapia)
Endereço
Rodovia João Pereira Dos Santos Capão Bonito, SP 18304-046
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O Coletivo Gameleiras é um grupo de mulheres de todas as idades, que pensam em ações para levar visibilidade à luta feminina.
Nosso intuito é agregar pessoas com interesse em compartilhar ideias, histórias e também promover ações que busquem a luta por direitos das mulheres e a efetivação dos direitos já conquistados. Não temos filiação partidária ou política.
O objetivo é levar a militância para o dia a dia, sendo um espaço de troca de experiências para desconstruir o machismo diário através de informação, teorias, rodas de conversa, palestras, grupos de leitura, festas até apoio a vítimas que sofreram algum tipo de opressão. A empatia que existe dentro dos coletivos faz com que cada participante se sinta amparada e empoderada. Muitas vezes, os coletivos acabam fazendo mais pela vítima do que as instituições.
Por que Gameleiras?
Segundo moradores mais antigos, existiu em Capão Bonito um grupo de mulheres artesãs que fabricava estes utensílios, e levava o nome "Gameleiras", então decidimos usar esse nome em forma de homenagem a elas.
A gamela é uma espécie de vasilha ou bandeja, esculpida na madeira ou no barro, utilizada por algumas tribos para servir alimentos. A formação cultural de Capão Bonito representa duas vertentes signif**ativas: a dos gameleiros e a dos tropeiros. De forte influência indígena, a cultura gameleira trouxe para Capão Bonito a tradição agrícola, a lida com os pequenos animais, as danças e as festas religiosas. Uma tradição rica e complexa que sobrevive até hoje nas manifestações culturais da nossa cidade."
Contato:
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