01/01/2026
Há 2 anos que desejava visitar um mercado de Natal europeu, até que consegui convencer o J. a começarmos a pesquisar sobre o assunto. Planear e orçamentar uma escapadinha é algo que gosto de fazer (sozinha ou a dois) e a flexibilidade costuma ser a palavra de ordem. A decisão acabou por ser simples: Luxemburgo! Porquê?
Porque o voo era em conta, a relação qualidade-preço-distância do hotel ao centro da cidade era boa, temos muitos emigrantes nossos lá e o melhor de tudo: transportes coletivos completamente gratuitos 🤩
O hotel onde ficámos foi o B&B de Cloche D'or, de uma limpeza, cuidado e PA memoráveis 🥰 máquina de bebidas quentes totalmente disponível 24h, e bem que dava jeito com o friozinho que se sente em Luxemburgo entre Novembro e Dezembro ❄️ Super recomendo!
O que mais me alegrou foi sem dúvida ver como o povo vive e socializa no exterior, animados e leves ao sabor do vinho quente, da cidra, do chocolate quente ou da cerveja 🍻 isso sim é aproveitar os dias e as noites, com alegria e sem necessidade de desacatos.
Ficam na memória as ruas e trajectos feitos,os diversos mercados de Natal, o metro modernaço, a visita ás Casemates du Bock, os vários museus (Museu nacional de Luxemburgo, Museu nacional de história Natural, Museu militar Forthüngen), facilidade de circulação, as comidinhas deliciosas, tradicionais e económicas nos quiosques (sopa Bouneschlupp, pataniscas Gromperekichelchen, pastel de frango Paschtéit, bolo Bamkuch, tarte de ameixa Quetschentaart, bonecos de massa Boxenmännchen, doce tradicional alemão Schneeball), os chocolates artesanais da , o chocolate quente no requintado , e as mil luzes e enfeites que tornavam tudo tão mágico 🫶🏽
Orgulho-me em dizer que fui, diverti-me, comi, bebi, comprei umas recordações e ainda regressei com saldo a positivo 💸👌🏽 (os ensinamentos da vida e da .poupanca a darem frutos 😁)
Isto não é para mostrar ostentação, mas sim para inspirar quem adia sonhos porque acha que são financeiramente inalcançáveis ou porque "não é a melhor altura". Arrisquem viver, pois sobreviver é para os comuns mortais 😉