14/01/2025
Depois do almoço apeteceume verssejar.
De um alguém que eu não gosto.
Dele bem não vou falar.
i eu até aposto.
Que vossa senhoria vai gostar.
É do Manuel Luís Goucha.
A quem vou chatear.
Mas que pa*****ro, arre possa.
De nenhuma moça ele deve gostar.
Porque ão se mete com nenhuma moça.
Onde ela estiver deixaa estar.
Foi visto atraz de uma poça.
A se satisfasár.
Ele diz.
Se não vê bem, vá ao Cacém.
Eu digo, se vê mal, vá a fiscal.
Porque há lá também.
Um eletricista afinal.
Ir lá não lhe faz bem.
Se ia a ver melhor.
Não sei se vocês sabem.
Vem de lá muito pior.
Eu quis ir lá também.
Mas vou optar ir ao Cacém.
Gasto lá, uma nota maior que cem.
i secalhar não venho de lá a ver bem.
Isso que ele é, um pa*****ro.
É todinho por inteiro.
Não sei, se já deixou o seu marido.
Com eles eu estou fodido.
Até com isso me tenho rido.
Ele tomou um comprimido.
Pró páu ficar mais comprido.
Ele ainda não tinha sabido.
Que o senhor seu marido já tinha fugido.
Eu nesta escrevejola.
Disse uma ou outra asneirola.
Faz parte, de que veste esta camisola.
Ele só, com o sim senhor, é que joga há bola.
É um parafuso desaparafudado na tóla.
Não lhe passa, nem que seja por esmolas.
O'ra então O' ra bolas.
Este verssejo é pequenino.
Mais mal, não havia de dizer desse menino.
Ele que pie de fininho.
Senão, ainda leva no focinho.
Assim um pa*****ro.
Chateia o mundo inteiro.
Eu serei o último.
Não serei o primeiro pa*****ro.
Mesmo ficando pra último.
Ninguém me leva o traseiro.
Agora esta história aca bousse.
Mesmo assim prelongousse.
Escrevi isto em casa, não foi na musa doce.
Foi sobre esses paneleireitas.
Ele "atão".
BOA TARDE O' FREITAS