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COLHEITA DE SOJA ATINGE 08,3% NO BRASIL A colheita da soja 2025/26 atingiu 98,3% da área semeada no país até o último sá...
12/05/2026

COLHEITA DE SOJA ATINGE 08,3% NO BRASIL

A colheita da soja 2025/26 atingiu 98,3% da área semeada no país até o último sábado (8), segundo boletim semanal de progresso de safra divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira (12). O avanço foi de 3,6 pontos porcentuais em relação à semana anterior. Na comparação anual, os trabalhos estão 0,2 ponto porcentual atrás do registrado no mesmo período da safra passada.

Apesar do leve atraso frente aos 98,5% colhidos em igual momento de 2024/25, o desempenho atual permanece acima da média dos últimos cinco anos, de 96,9%. O dado indica que a retirada da oleaginosa está tecnicamente próxima da conclusão em grande parte das áreas produtoras.

Segundo a Conab, a colheita já foi encerrada em Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Entre os estados que ainda têm áreas por colher, o Piauí atingiu 99%, a Bahia 98%, o Rio Grande do Sul 96%, Santa Catarina 88,7% e o Maranhão 76%.

No mesmo boletim, a Conab informou que a colheita do milho de primeira safra 2025/26 chegou a 71,5% da área semeada, avanço de 4,8 pontos porcentuais sobre a semana anterior. Ainda assim, o ritmo está abaixo do mesmo período da safra passada, quando alcançava 77,6%, e também inferior à média de cinco anos, de 74,8%.

Já a semeadura do trigo 2026 avançou para 17,5% da área, ante 9,9% na semana anterior. O porcentual segue ligeiramente abaixo do registrado em igual período de 2025, de 18,4%, e da média histórica de 18,9%. Minas Gerais lidera os trabalhos, com 86% da área semeada.

A colheita do arroz 2025/26, por sua vez, alcançou 94,6% da área nacional. O índice supera os 93,6% de um ano antes e a média de cinco anos, de 89,5%, com destaque para o Rio Grande do Sul, principal produtor, que também registra 94,6%.

Os dados da Conab mostram avanço consistente das operações de campo no encerramento da soja e do arroz, enquanto milho de primeira safra e trigo seguem com ritmo abaixo das referências histórica e anual em parte das regiões produtoras.

Fonte: Canal Rural

BRASIL EXPORTOU 10 VEZES MAIS POR DIA DO QUE NO MESMO PERÍODO DO ANO PASSADOA Secretaria de Comércio Exterior (Secex) di...
12/05/2026

BRASIL EXPORTOU 10 VEZES MAIS POR DIA DO QUE NO MESMO PERÍODO DO ANO PASSADO

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou o primeiro reporte para as exportações em maio de 2026, apontando que o Brasil exportou 100.395,6 toneladas de milho não moído (exceto milho doce) até aqui no mês. Este volume já representa aumento de 157,9% ante as 38.928,1 toneladas embarcadas em todo maio de 2025.

Nestes 5 primeiros dias úteis do mês, o país embarcou 20.079,1 toneladas por dia, apresentando um incremento de 983,2% ante a média de 1.853,7 toneladas exportadas em cada um dos 21 dias úteis de maio de 2025.

“Apesar das vendas lentas, principalmente por conta do preço que a gente vê agora de Chicago e dólar caindo também para a conta da soja, quando o produtor está precisando fazer algum caixa nessas últimas semanas, a gente está vendo uma preferência para a venda do milho, porque para conta da soja se espera um prêmio maior lá para a frente. É uma dinâmica que a gente já vê acontecendo nesses últimos anos e dando mais espaço para o milho ser escoado”, explica a analista de inteligência e estratégia da Biond Agro.

Já olhando para o restante do ano, ainda há muita incerteza sobre o potencial das exportações de milho do Brasil, especialmente diante da guerra no Irã, que foi o maior importador do cereal brasileiro ao longo de 2025.

“O Irã, querendo ou não, é um grande parceiro comercial para a gente do lado do milho. Os Estados Unidos também estão bem competitivos na parte de exportação e isso prejudica. Apesar de nós sermos grandes consumidores, e ainda bem que a gente consegue absorver boa parte dessa produção no mercado interno, a gente precisa também desse braço exportador. Isso pode prejudicar um pouco quando a gente olha preço ao produtor”, acrescenta Monteiro.

No faturamento, o Brasil já arrecadou US$ 27,282 milhões no acumulado mensal, contra US$ 18,182 milhões em todo o mês de maio de 2025. Na média diária, a receita está em US$ 5,456 milhões contra 865 mil do ano passado, elevação de 530,2%.

Já o preço pago por tonelada caiu 41,8% ficando em US$ 271,80 em maio de 2026 contra os US$ 467,10 do quinto mês de 2025.

Fonte: Notícias Agrícolas

MERCADO DE SOJA INICIA A SEMANA COM NEGÓCIOS LIMITADOSO mercado brasileiro de soja iniciou a semana com pouca movimentaç...
12/05/2026

MERCADO DE SOJA INICIA A SEMANA COM NEGÓCIOS LIMITADOS

O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com pouca movimentação e negócios limitados. As cotações no físico ficaram entre estáveis e levemente mais altas, acompanhando uma melhora moderada na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

De acordo com o analista e consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, o ambiente segue de cautela entre os agentes, especialmente diante da expectativa pelos dados do relatório do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para esta terça-feira (12).

"Foi um início de semana com poucas movimentações nos preços. Tivemos uma bolsa melhor, mas sem variações expressivas, enquanto o dólar segue estabilizado e os prêmios não mudam o cenário atual", afirmou.

Segundo o analista, o volume de negociações permaneceu reduzido, refletindo a postura retraída dos produtores e spreads mais elevados nas indicações de compra e venda. Silveira acrescentou que os produtores seguem afastados das negociações, o que mantém o mercado pouco ofertado neste começo de semana.

Preços médios da saca de soja
Passo Fundo (RS): R$ 123
Santa Rosa (RS): R$ 124
Cascavel (PR): subiram de R$ 118,50 para R$ 119
Rondonópolis (MT): R$ 108,50
Dourados (MS): passaram de R$ 111,50 para R$ 112
Rio Verde (GO): R$ 110
Porto de Paranaguá (PR): aumentou de R$ 128,50 para R$ 129
Rio Grande (RS): R$ 129

Bolsa de Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), ainda que abaixo das máximas do dia.

Na véspera do relatório de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a alta do petróleo – puxada pela falta de acordo entre EUA e Irã sobre o conflito no Oriente Médio – e a expectativa positiva por aumento na demanda chinesa pela soja americana sustentaram as cotações.

O mercado aposta que o USDA deverá indicar produção e estoques de passagem de soja norte-americanos em 2026/27 maiores que os indicados na temporada anterior. Este será o primeiro relatório com números para a atual temporada.

Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra dos EUA em 2026/27 deverá ficar em 4,450 bilhões de bushels (121,1 milhões de toneladas). No ano anterior, a produção foi de 4,262 bilhões, segundo a mais recente projeção do USDA.

Em relação aos estoques de passagem, o mercado aposta em número 353 milhões de bushels. Para 2025/26, a previsão de que o Departamento reduza seu número de 350 milhões para 347 milhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2026/27 de 126,3 milhões de toneladas. Para 2025/26, o USDA deverá aumentar sua estimativa de 124,8 milhões para 125,6 milhões de toneladas.

O USDA, na avaliação do mercado, deverá elevar a sua estimativa para a safra brasileira, de 180 milhões para 180,4 milhões de toneladas em 2025/26. Já a previsão para a produção argentina em 2025/26 deverá ser elevada de 48 milhões para 48,5 milhões de toneladas.

Além do USDA, o mercado volta suas atenções para o encontro entre os presidentes norte-americano, Donald Trump, e chinês, Xi Jinping, em Pequim, a partir da quarta-feira (13). O mercado aposta em algum acordo entre os dois países que envolva a retomada das aquisições de soja dos EUA pelos chineses.

Contratos futuros da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 5,00 centavos de dólar, ou 0,41%, a US$ 12,13 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,08 por bushel, com elevação de 5,25 centavos de dólar ou 0,43%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 5,40 ou 1,68% a US$ 325,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 73,74 centavos de dólar, com perda de 0,58 centavo ou 0,78%.

Fonte: Canal Rural

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MERCADO DO BOI SEGUE DE OLHO NAS EXPORTAÇÕES CHINESASO mercado físico do boi gordo abriu a semana com alguns frigorífico...
12/05/2026

MERCADO DO BOI SEGUE DE OLHO NAS EXPORTAÇÕES CHINESAS

O mercado físico do boi gordo abriu a semana com alguns frigoríficos ainda ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias para o curtíssimo prazo.

O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias destaca que, no geral, a expectativa ainda é de maior disponibilidade de gado para abate durante o restante do mês, em um movimento bastante habitual dentro da sazonalidade para esta época do ano.

“O mercado segue muito atento às notícias envolvendo a exportação. No dia seguinte ao anúncio chinês de que a cota brasileira havia alcançado 50%, os Estados Unidos sinalizam para a remoção das tarifas de importação de carne bovina dos principais fornecedores globais, o que tende a alavancar as vendas brasileiras para o referido país e ajudar a reduzir a dependência em relação à China”, disse o especialista.

Preços do boi gordo
São Paulo: R$ 350,83 — na sexta: R$ 352,50
Goiás: R$ 332,50 — na sexta: R$ 333,39
Minas Gerais: R$ 339,41 — na sexta: R$ 339,76
Mato Grosso do Sul: R$ 349,43 — na sexta: R$ 349,55
Mato Grosso: R$ 356,89 — na sexta: R$ 356,01

Mercado atacadista
O mercado atacadista se depara com acomodação dos preços no decorrer da segunda-feira.

Conforme Iglesias, o ambiente de negócios sugere por menor espaço para reajustes nos próximos dias, em linha com um perfil de consumo menos aquecido durante a segunda quinzena do mês.

“Além disso, a competitividade em relação às proteínas concorrentes segue problemática, em especial na comparação com a carne de frango”, pontuou Iglesias.

Quarto traseiro: R$ 27,50 por quilo;
Quarto dianteiro: R$ 21,50 por quilo;
Ponta de agulha: R$ 20,00

Fonte: Canal Rural

GEADA ATINGE TRÊS REGIÕES DO BRASIL Massa de ar polar derruba temperaturas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, enquanto temp...
12/05/2026

GEADA ATINGE TRÊS REGIÕES DO BRASIL

Massa de ar polar derruba temperaturas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, enquanto temporais ganham força no Norte e em áreas do Nordeste.

A terça-feira (12) será marcada pela continuidade da onda de frio no centro-sul do Brasil, com risco de geada ampla em estados do Sul e temperaturas próximas de 0°C em áreas serranas. Ao mesmo tempo, a chuva segue concentrada sobre parte do Nordeste e da Região Norte, com possibilidade de temporais e acumulados elevados em alguns estados.

No Sul do país, o tempo permanece firme devido à atuação de uma massa de ar seco associada a um sistema de alta pressão. O amanhecer será bastante gelado, especialmente na Serra Gaúcha e Catarinense, além do interior de Santa Catarina, onde os termômetros podem registrar temperaturas próximas ou abaixo de 0°C. Há previsão de geada em grande parte do Rio Grande do Sul, no interior catarinense e em áreas do Paraná.

Apesar do frio nas primeiras horas do dia, as temperaturas sobem gradualmente durante a tarde. Ainda assim, o clima segue ameno. A previsão também indica rajadas de vento entre 40 e 50 km/h no litoral gaúcho e catarinense, além de mar agitado em toda a costa da região.

Sudeste terá chuva isolada e manhã gelada
No Sudeste, a influência marítima mantém condições para chuva fraca e isolada no litoral norte de São Paulo e em áreas do Rio de Janeiro. Já no Espírito Santo e em partes de Minas Gerais, a frente fria ainda favorece pancadas moderadas, com possibilidade de chuva forte em pontos isolados.

Ao longo do dia, as instabilidades avançam para o Triângulo Mineiro e o oeste de Minas, mas com menor intensidade. Em São Paulo, o sol aparece com mais frequência. A massa de ar frio mantém as temperaturas baixas no amanhecer em áreas paulistas, no sul fluminense e no sul mineiro, com possibilidade de geada no sul de São Paulo e na Serra da Mantiqueira.

Centro-Oeste segue com tempo seco e baixa umidade
No Centro-Oeste, o predomínio será de sol e poucas nuvens. Há chance apenas de pancadas isoladas no leste de Goiás e no extremo norte de Mato Grosso, onde podem ocorrer temporais localizados.

A massa de ar polar ainda mantém o amanhecer frio em Mato Grosso do Sul, sul de Mato Grosso e sul de Goiás. Em Mato Grosso do Sul, há chance de geada em áreas do sul e sudoeste do estado. Durante a tarde, o calor volta a ganhar força no norte de Mato Grosso e Goiás.

A baixa umidade do ar continua em alerta em áreas de Goiás e do leste mato-grossense, com índices abaixo dos 30%.

Nordeste tem risco de temporais no litoral
No Nordeste, a circulação marítima e a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantêm o tempo instável entre o Rio Grande do Norte e Salvador. Há previsão de chuva moderada a forte no Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.

O litoral entre a Paraíba e Alagoas pode registrar temporais. Já no interior nordestino, o tempo segue firme e quente durante a tarde, com baixa umidade no oeste da Bahia, sul do Maranhão e do Piauí.

Norte segue em alerta para chuva intensa
Na Região Norte, a combinação entre alta umidade e a atuação da ZCIT mantém o cenário de instabilidade sobre Amazonas, Pará, Roraima e Amapá. As pancadas de chuva podem ocorrer com forte intensidade e vir acompanhadas de temporais.

O alerta é maior para áreas do norte e interior do Amazonas, sul de Roraima e sudoeste do Pará, onde há risco para acumulados elevados. Em contrapartida, Acre, Rondônia e grande parte do Tocantins seguem com tempo firme.

Fonte: Canal Rural

12/05/2026

Ótima terça-feira.
O agronegócio em primeiro lugar.

DÓLAR À VISTA FECHA EM BAIXA DE 0,10%SÃO PAULO, 11 Mai (Reuters) - Em uma sessão de liquidez limitada, o dólar oscilou e...
11/05/2026

DÓLAR À VISTA FECHA EM BAIXA DE 0,10%

SÃO PAULO, 11 Mai (Reuters) - Em uma sessão de liquidez limitada, o dólar oscilou em margens estreitas e fechou a segunda-feira perto da estabilidade, ainda que no exterior a divisa norte-americana tenha sustentado ganhos ante algumas divisas de países emergentes, após os EUA rejeitarem a resposta do Irã à proposta de paz norte-americana.

O dólar à vista fechou com leve baixa de 0,10%, aos R$4,8911. No ano, a divisa dos EUA passou a acumular baixa de 10,89% ante o real.

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CONTRATOS FUTUROS DE TRIGO FECHAM COM FORTE ALTA EM CHICAGOO mercado do trigo encerrou a sessão desta segunda-feira, 11 ...
11/05/2026

CONTRATOS FUTUROS DE TRIGO FECHAM COM FORTE ALTA EM CHICAGO

O mercado do trigo encerrou a sessão desta segunda-feira, 11 de maio, com forte valorização na Bolsa de Chicago, ampliando os ganhos observados desde a abertura do dia. O movimento ganhou força ao longo do pregão em meio às tensões geopolíticas no cenário internacional e à revisão para baixo das estimativas da safra brasileira.

O contrato maio 2026 fechou cotado a US$ 6,22/bu, com alta de 146 pontos. O julho 2026 encerrou a sessão a US$ 6,34/bu, com avanço de 150 pontos. Já o setembro 2026 terminou negociado a US$ 6,48/bu, também com ganho de 146 pontos. Nos vencimentos mais longos, o dezembro 2026 fechou a US$ 6,70/bu, com valorização de 150 pontos.

Durante a manhã, o mercado já operava em alta sustentado pelas atenções voltadas ao plantio brasileiro. No decorrer do dia, o cenário geopolítico internacional ampliou a volatilidade e reforçou o movimento comprador nas commodities agrícolas.

Além disso, novas projeções para a safra brasileira também deram suporte às cotações. A consultoria Safras & Mercado reduziu a estimativa de área plantada e de produção de trigo do Brasil para a temporada 2026/27. A produção potencial foi projetada em 6,155 milhões de toneladas, recuo de 23,3% ante os 8,020 milhões de toneladas do ciclo anterior. Segundo a análise, produtores demonstram cautela diante dos custos de produção, das incertezas climáticas e do cenário de rentabilidade.

A revisão reforça as preocupações com a oferta interna em um mercado que já acompanha estoques mais ajustados e forte dependência das importações. Esse ambiente mantém os agentes atentos ao comportamento do trigo argentino e às oscilações em Chicago, que impactam diretamente a formação dos preços no Brasil.

Fonte: Notícias Agrícolas

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