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MERCADO DO ALGODÃO ACUMULOU PERDAS NA SEMANA PASSADAOs preços do algodão encerraram a sessão desta sexta-feira (16) em q...
18/10/2026

MERCADO DO ALGODÃO ACUMULOU PERDAS NA SEMANA PASSADA

Os preços do algodão encerraram a sessão desta sexta-feira (16) em queda na Bolsa de Nova York. O contrato dezembro/26 recuou 0,06 cent (-0,07%), fechando a 80,00 cents/lb. O março/27 perdeu 0,18 cent (-0,22%), para 83,24 cents/lb. Já o maio/27 caiu 0,19 cent (-0,22%), encerrando a 84,93 cents/lb, enquanto o julho/27 recuou 0,15 cent (-0,18%), a 85,41 cents/lb.

No acumulado da semana, os contratos também registraram perdas. O dezembro/26 passou de 80,54 cents/lb, em 9 de outubro, para 80,00 cents/lb, uma queda de 0,54 cent (-0,67%). O março/27 recuou 0,35 cent (-0,42%), de 83,59 para 83,24 cents/lb. O maio/27 perdeu 0,37 cent (-0,43%), de 85,30 para 84,93 cents/lb, enquanto o julho/27 caiu 0,34 cent (-0,40%), de 85,75 para 85,41 cents/lb.

No mercado externo, o relatório semanal de vendas para exportação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou vendas de 146.892 fardos de algodão na semana encerrada em 8 de outubro, queda de 11,12% em relação à semana anterior. As vendas com entrega prevista para a safra 2027/28 somaram 7.182 fardos.

Os embarques totalizaram 140.561 fardos, recuo de 13,11% na comparação semanal. Apesar da queda em relação à semana anterior, o volume embarcado ficou 0,94% acima do registrado na mesma semana do ano passado.

Fonte: Notíciasd Agrícolas

MERCADO INTERNACIONAL DO AÇÚCAR ENCERROU EM QUEDA NA SEMANA PASSADAOs preços do açúcar fecharam em queda nas bolsas inte...
18/10/2026

MERCADO INTERNACIONAL DO AÇÚCAR ENCERROU EM QUEDA NA SEMANA PASSADA

Os preços do açúcar fecharam em queda nas bolsas internacionais nesta sexta-feira (16), pressionados pela previsão de tempo quente e seco na próxima semana no Centro-Sul do Brasil, principal região produtora do país. A perspectiva de melhora nas condições para a colheita da cana-de-açúcar favoreceu a liquidação de posições compradas por investidores, após a forte valorização registrada nas últimas semanas.

Na bolsa de Nova Iorque, o contrato de açúcar bruto com vencimento em março de 2027 recuou 28 pontos vendido a 20,85 cents por libra-peso, encerrando a sessão. Em Londres, o açúcar branco para dezembro de 2026 caiu 62 pontos, negociado a US$ 554,90 por tonelada.

O clima mais seco pode facilitar o avanço da colheita e permitir a retomada da moagem nas usinas do Centro-Sul, elevando a disponibilidade de açúcar no mercado. Nas últimas semanas, as chuvas persistentes na região haviam atrasado os trabalhos no campo e prejudicado o processamento da cana, contribuindo para a alta das cotações.

Outro fator que pode intensif**ar as quedas é o elevado volume de posições compradas dos fundos de investimento. Dados do relatório semanal de Compromisso dos Traders (COT) indicaram que, na semana encerrada em 6 de outubro, esses agentes ampliaram em 60.442 contratos sua posição comprada líquida no açúcar em Nova Iorque, para 212.559 contratos — o maior nível em mais de três anos.
Esse posicionamento aumenta a possibilidade de movimentos de liquidação caso os investidores passem a apostar em uma correção das cotações. Antes do recuo desta sexta-feira, o açúcar havia acumulado uma forte valorização, com o contrato em Nova Iorque atingindo a máxima em 19 meses na quarta-feira, enquanto Londres havia alcançado o maior patamar em 22 meses na semana passada.

Déficit global mantém atenção sobre a oferta

Apesar da pressão de curto prazo, as perspectivas de redução da oferta mundial continuam no radar dos investidores. Em setembro, a Organização Internacional do Açúcar (ISO) estimou déficit global de 200 mil toneladas para a safra 2026/27, após um superávit projetado de 1,1 milhão de toneladas em 2025/26.

A Covrig Analytics também prevê déficit de 300 mil toneladas em 2026/27, enquanto a StoneX elevou, em agosto, sua estimativa para um saldo negativo de 1,7 milhão de toneladas. As projeções, porém, variam conforme as premissas adotadas para a produção e o consumo mundiais.

No Brasil, a produção menor de açúcar no Centro-Sul tem sido um dos fatores de sustentação dos preços. Dados divulgados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) mostraram que a fabricação do adoçante na região caiu 26,3% em junho, para 3,903 milhões de toneladas.

As condições climáticas também permanecem como ponto de atenção. A Agência Meteorológica do Japão informou que a temperatura da superfície do Pacífico tropical ficou cerca de 4°C acima do normal em setembro, e prevê a continuidade do El Niño até o primeiro trimestre de 2027. O fenômeno pode alterar os padrões de chuva em importantes regiões produtoras, como Brasil, Índia e Tailândia, embora os impactos dependam da distribuição e da intensidade das condições climáticas em cada área.

Na Índia, o acumulado de chuvas de monção entre junho e setembro ficou 12,6% abaixo da média, o menor índice em 11 anos. O país, segundo maior produtor mundial de açúcar, autorizou a importação de até 1 milhão de toneladas de açúcar bruto sem cobrança de imposto até 31 de outubro, em um sinal de preocupação com o abastecimento doméstico.

Para a Tailândia, a Thai Sugar Millers Corp projeta uma queda de 17% na produção em 2026/27, para 10 milhões de toneladas. O país é o segundo maior exportador mundial do produto.

Fonte: Notícias Agrícolas

MILHO FECHEOU A SEMANA PASSADA COM PERDAS DE ATÉ 3,10 NA B3 E 1,69% EM CHICAGOOs preços internacionais do milho encerrou...
18/10/2026

MILHO FECHEOU A SEMANA PASSADA COM PERDAS DE ATÉ 3,10 NA B3 E 1,69% EM CHICAGO

Os preços internacionais do milho encerrou a sexta-feira (16) em queda na Bolsa de Chicago (CBOT) e acumularam perdas em todos os principais vencimentos ao longo da semana. O mercado permaneceu pressionado pelas perspectivas de maior oferta norte-americana, mesmo diante de novos dados positivos para a demanda externa dos Estados Unidos.

O contrato dezembro/26 terminou o pregão negociado a US$ 4,7425 por bushel, com desvalorização de 3,75 pontos, equivalente a 0,78%. O março/27 recuou 4,50 pontos, para US$ 4,8650, enquanto o maio/27 perdeu 4,50 pontos e encerrou a US$ 4,9350.

Na comparação com o fechamento da sexta-feira anterior (9), o dezembro/26 acumulou queda de 1,15%, o março/27 perdeu 1,57%, o maio/27 recuou 1,69% e o julho/27 apresentou desvalorização de 1,63%.

A pressão sobre os contratos continuou associada ao relatório de oferta e demanda divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em 9 de outubro, que elevou a estimativa de produção americana para 407,28 milhões de toneladas, ante 401,33 milhões no levantamento anterior. A projeção de estoques finais também avançou, passando de 39,79 milhões para 46,97 milhões de toneladas.

Nesta sexta-feira, os investidores receberam novos dados de exportação que trouxeram sinais positivos para a demanda. Segundo análise da Agrinvest, as vendas líquidas americanas de milho somaram 1,122 milhão de toneladas, volume 46% superior ao da semana anterior e 42% acima da média das últimas quatro semanas. Apesar do crescimento, o resultado ficou dentro das expectativas do mercado.

Os Estados Unidos também anunciaram uma nova venda de aproximadamente 127 mil toneladas de milho ao Japão, para entrega na temporada 2026/27, acrescentando mais um sinal de demanda externa pelo cereal.

Ainda assim, os novos negócios não foram suficientes para reverter as perdas dos contratos futuros, em um cenário no qual o mercado segue avaliando a capacidade das exportações de absorver a maior produção estimada para a safra americana.

O ambiente de fraqueza também atingiu outros cereais negociados em Chicago. Segundo informações da Reuters, os preços do trigo chegaram ao menor patamar em dois meses nesta sexta-feira, diante de sinais de recuperação das exportações russas, incluindo a ampliação dos embarques pelo Mar Báltico. Analistas também apontaram a maior disponibilidade de milho americano como um fator de pressão sobre o trigo, já que os dois cereais podem competir em determinadas aplicações na alimentação animal.

Em análise publicada nesta sexta-feira, o Farm Futures também destacou que o milho vinha operando próximo das mínimas de nove semanas, refletindo a pressão sobre os preços em meio ao avanço da colheita americana.

No Brasil, o primeiro levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a safra 2026/27 também trouxe uma perspectiva de maior produção, estimada em aproximadamente 148 milhões de toneladas, reforçando a atenção do mercado às condições de oferta na próxima temporada.

B3 encerra sessão com resultados mistos, mas acumula perdas na semana
Na Bolsa Brasileira (B3), os preços futuros do milho encerraram a sexta-feira (16) com movimentações distintas entre os vencimentos, mas acumularam desvalorizações ao longo da semana.

O contrato novembro/26 terminou negociado a R$ 66,57 por saca, com queda diária de 0,80%, enquanto o janeiro/27 recuou 0,48%, cotado a R$ 70,92. Já o março/27 avançou 0,61%, encerrando a R$ 75,96, e o maio/27 registrou alta de 0,38%, valendo R$ 74,69.

Apesar da recuperação de parte dos vencimentos nesta sexta-feira, o balanço semanal permaneceu negativo. Na comparação com o fechamento da sexta-feira anterior (9), o novembro/26 acumulou perda de 3,10%, o janeiro/27 recuou 2,65%, o março/27 caiu 0,74% e o maio/27 apresentou desvalorização de 0,80%.

Em análise divulgada nesta sexta-feira, a Agrinvest destacou que o mercado brasileiro continua pressionado pelo cenário internacional, após o USDA elevar suas projeções de produtividade, produção e estoques de milho nos Estados Unidos. A consultoria também apontou a ampla oferta interna e o desempenho mais fraco das exportações brasileiras como fatores de pressão sobre as cotações.

A Agrinvest ressaltou, entretanto, que a semana apresentou boa liquidez no mercado físico. Já a Safras & Mercado identificou uma retração de 1,18% no preço médio nacional do milho, que passou de R$ 63,84 para R$ 63,09 por saca, em um ambiente ainda marcado pela cautela nas negociações.

Mercado físico tem baixas pontuais
No mercado físico brasileiro, o levantamento realizado pelo Notícias Agrícolas nesta sexta-feira apontou estabilidade na maior parte das praças acompanhadas, com desvalorizações em Sorriso/MT, Campinas/SP e no Porto de Santos/SP.

As demais localidades com comparação disponível mantiveram suas referências anteriores, sem registro de altas no levantamento do dia.

Fonte: Notícias Agrícolas

FRANGO LIDERA ALTA NO MERCADO DE CARNESA carne de frango ganhou competitividade em relação às proteínas bovina e suína n...
18/10/2026

FRANGO LIDERA ALTA NO MERCADO DE CARNES

A carne de frango ganhou competitividade em relação às proteínas bovina e suína na primeira quinzena de outubro. Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), divulgado nesta sexta-feira (16), o movimento foi impulsionado pela valorização mais intensa das carnes concorrentes, especialmente a suína.

Na parcial deste mês, até o dia 14, a carcaça especial suína apresentou a maior alta entre as três proteínas analisadas, seguida pela carne bovina. O frango resfriado também registrou valorização, mas em menor intensidade, tornando-se relativamente mais competitivo para o consumidor.

No atacado da Grande São Paulo, os preços do frango resfriado avançaram em relação a setembro, dando continuidade ao movimento de recuperação observado no fim do mês passado. De acordo com pesquisadores do Cepea, o recebimento de salários no início de outubro contribuiu para aquecer a demanda das famílias e sustentar as cotações.

Já a valorização da carcaça especial suína reflete a recuperação do mercado suinícola iniciada em setembro, período marcado por aumentos nos preços de diferentes produtos da cadeia. A carcaça casada bovina também apresentou alta, impulsionada pelo maior consumo doméstico no período de pagamento dos salários.

Ovos
Enquanto as carnes registram valorização, os preços dos ovos seguem estáveis na primeira quinzena de outubro na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo o centro de pesquisas, o equilíbrio entre a oferta interna e a demanda tem contribuído para a sustentação das cotações.

Apesar da estabilidade, agentes do setor já relatam desaceleração nas negociações em algumas praças, principalmente devido ao abastecimento das redes atacadistas e varejistas. Além disso, as chuvas mais intensas, sobretudo na região Sul do país, têm dificultado a comercialização do produto.

Diante desse cenário, pesquisadores do Cepea alertam que a combinação entre a menor movimentação comercial e os obstáculos provocados pelas condições climáticas pode aumentar a pressão sobre os preços dos ovos no curto prazo.

Fonte: Canal Rural

MERCADO INTERNACIONAL DO CAFÉ ARÁBICA DISPAROU EM NY E SACA TEM ALTA DE ATÉ 4,7% NO BRASIL Os futuros do café arábica en...
18/10/2026

MERCADO INTERNACIONAL DO CAFÉ ARÁBICA DISPAROU EM NY E SACA TEM ALTA DE ATÉ 4,7% NO BRASIL

Os futuros do café arábica encerrou a sessão desta 6ª feira (16) com fortes altas na Bolsa de Nova York, recuperando as perdas do pregão anterior e voltando a incorporar prêmio de risco diante das incertezas climáticas nas principais regiões produtoras. O dezembro/26 fechou com alta de 3,92%, a 306,35 cents/lb, depois de alcançar 311,30 cents/lb na máxima do dia. Março/27 avançou 3,21%, para 294,50 cents/lb. O dezembro havia encerrado a sessão anterior a 294,80 cents/lb, acumulando assim ganho de 11,55 cents nesta 6ª feira.

O clima voltou ao centro das atenções em um momento particularmente sensível para a formação da próxima safra brasileira. O mercado acompanha as condições de umidade durante a fase de floradas e pegamento, ao mesmo tempo em que monitora os possíveis impactos do El Niño sobre importantes regiões produtoras.

Essa leitura, porém, continua acompanhada por sinais contraditórios. As chuvas recentes em importantes áreas produtoras do Brasil melhoraram as condições para a florada, enquanto no Vietnã as precipitações também favoreceram a umidade dos solos e o desenvolvimento dos frutos. Esses fundamentos haviam contribuído para pressionar as cotações na sessão anterior.

Por outro lado, as preocupações com os efeitos do El Niño e com a disponibilidade de café arábica continuam oferecendo suporte ao mercado. Os estoques certif**ados da ICE permanecem historicamente reduzidos, apesar da recuperação observada em relação às mínimas registradas em setembro.

A volatilidade, portanto, permanece elevada, com o mercado tentando equilibrar as melhores condições recentes para as lavouras com o risco climático para os próximos meses e a disponibilidade mais apertada de café imediatamente disponível.

Mercado brasileiro acompanha NY
No Brasil, a forte valorização de Nova York também chegou ao mercado físico nesta 6ª feira, mesmo com o dólar recuando 0,28%, a R$ 5,07, movimento que, isoladamente, tende a limitar a sustentação das cotações domésticas.

Para o café arábica tipo 6, bebida dura bica corrida, as altas chegaram a 4,71% em Machado (MG), com a saca a R$ 1.780,00. Em Franca (SP), o avanço foi de 4,24%, para R$ 1.720,00, enquanto Guaxupé (MG) registrou valorização de 3,39%, a R$ 1.709,00. Varginha (MG) teve alta de 3,09%, com a saca a R$ 1.670,00, e Araguari (MG) avançou 2,94%, para R$ 1.750,00. Em Campos Gerais (MG), a valorização foi de 1,82%, a R$ 1.680,00.

O movimento também apareceu no café cereja descascado. Em Guaxupé, a saca chegou a R$ 1.787,00, alta de 3,41%, enquanto Varginha registrou R$ 1.750,00, avanço de 2,94%. Em Campos Gerais, a valorização foi de 1,75%, para R$ 1.740,00.

A reação do físico, apesar da queda do dólar, reforça o peso que a valorização externa exerceu sobre a formação dos preços nesta 6ª feira. Em Nova York, dezembro chegou a oscilar 12,95 cents/lb entre a mínima de 298,35 e a máxima de 311,30 cents/lb, antes de encerrar acima dos 306 cents/lb. Para o produtor brasileiro, o encerramento da semana deixa, portanto, preços mais firmes no físico, Nova York novamente acima dos 300 cents/lb e um mercado que continua extremamente sensível a qualquer mudança nas previsões climáticas para as principais origens produtoras.

Fonte: Notícias Agrícolas

SEMEADURA DO ARROZ ALCANÇA 36,83% NO RSA semeadura do arroz irrigado para a Safra 2026/27 avança no Rio Grande do Sul. C...
18/10/2026

SEMEADURA DO ARROZ ALCANÇA 36,83% NO RS

A semeadura do arroz irrigado para a Safra 2026/27 avança no Rio Grande do Sul. Conforme levantamento atualizado em 15 de outubro, 317.405,47 hectares já foram semeados, o equivalente a 36,83% da intenção de semeadura prevista para o ciclo, de 861.778,96 hectares.

Entre as regiões produtoras, a Fronteira Oeste apresenta o maior volume de área semeada, com 163.165 hectares, correspondentes a 65,90% da intenção regional. Na sequência, a Zona Sul registra 90.415,36 hectares semeados, atingindo 62,19% da área prevista.

Nas demais regiões, a Planície Costeira Interna soma 23.580 hectares, o equivalente a 18,15% da intenção; a Planície Costeira Interna soma 23.580 hectares (18,15%); a Planície Costeira Externa contabiliza 15.850 hectares semeados (15,51%); a Região Central, 12.224 hectares, correspondentes a 10,64%; e a Campanha registra 12.171,11 hectares (10%) da área prevista.

O acompanhamento da evolução da semeadura é realizado por meio de levantamentos periódicos das equipes regionais, com consolidação dos dados pela Diretoria de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater) do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). As informações permitem monitorar o andamento das operações de campo nas principais regiões produtoras do Estado ao longo da safra.

Fonte: Irga

MERCADO DO BOI ENCERROU A SEMANA COM PREÇOS FIRMESO mercado físico do boi gordo encerra a semana com preços firmes e rea...
18/10/2026

MERCADO DO BOI ENCERROU A SEMANA COM PREÇOS FIRMES

O mercado físico do boi gordo encerra a semana com preços firmes e reajustes localizados, principalmente nas praças da Região Norte.

Em São Paulo, as referências permaneceram estáveis após as novas máximas registradas na quinta-feira (15), sinalizando uma pausa no ritmo de valorização no principal mercado do país.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a oferta restrita de animais e as escalas de abate pouco confortáveis, concentradas entre cinco e seis dias úteis na maior parte das regiões pesquisadas, continuam mantendo os frigoríficos ativos na compra de boiadas.

“A necessidade de recompor as programações segue mais evidente entre as indústrias de pequeno e médio porte, enquanto as grandes plantas preservam uma posição relativamente mais confortável.”

Segundo ele, nesse ambiente, o viés de firmeza permanece para o curto prazo, embora a perda gradual do estímulo ao consumo na segunda quinzena possa moderar a intensidade dos próximos reajustes.

Preços médios do boi gordo
São Paulo: R$ 383,83 — ontem: R$ 383,33
Goiás: R$ 368,57 — ontem: R$ 367,86
Minas Gerais: R$ 373,76 — ontem: R$ 372,65
Mato Grosso do Sul: R$ 372,52 — ontem: R$ 372,27
Mato Grosso: R$ 352,57 — ontem: R$ 351,35
Mercado atacadista
O mercado atacadista de carne bovina encerra a semana com preços inalterados. Segundo Iglesias, os patamares alcançados após a reposição da primeira metade do mês vêm sendo preservados, mas o ambiente de negócios já indica menor ritmo de compras por parte do varejo.

Para a segunda quinzena, a expectativa continua sendo de esfriamento da demanda, diante da perda gradual dos efeitos relacionados à entrada dos salários na economia.

A ampla vantagem de preço da carne de frango e dos cortes suínos também segue limitando o espaço para novos reajustes da carne bovina, sobretudo entre os consumidores de menor poder aquisitivo.

Quarto dianteiro: R$ 22,00 por quilo
Quarto traseiro: R$ 29,50 por quilo
Ponta de agulha: R$ 20,50 por quilo
Vaca casada: R$ 24,50 por quilo

Fonte: Canal Rural

CONAB DIVULGA NÚMEROS ELEVADOS PARA PRÓXIMA SAFRA DE SOJAO mercado brasileiro de soja registrou poucos negócios e recuo ...
18/10/2026

CONAB DIVULGA NÚMEROS ELEVADOS PARA PRÓXIMA SAFRA DE SOJA

O mercado brasileiro de soja registrou poucos negócios e recuo nos preços nas principais praças do país. Com a queda das cotações na Bolsa de Chicago, os produtores priorizaram o plantio da nova safra e deixaram a comercialização em segundo plano. As perspectivas positivas para a produção brasileira também influenciaram o cenário, conforme as estimativas divulgadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O relatório de outubro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) elevou a projeção da safra norte-americana de soja em 2026/27 para 4,562 bilhões de bushels, equivalentes a 124,15 milhões de toneladas. No relatório anterior, a estimativa era de 4,535 bilhões de bushels, ou 123,4 milhões de toneladas. O mercado esperava uma produção de 4,541 bilhões de bushels.

A produtividade das lavouras norte-americanas foi revisada de 52,8 para 53,1 bushels por acre. Os estoques finais dos Estados Unidos foram projetados em 315 milhões de bushels, ou 8,57 milhões de toneladas, acima dos 310 milhões de bushels estimados em setembro. A expectativa do mercado era de 311 milhões de bushels.

O USDA manteve a previsão de esmagamento de soja nos Estados Unidos em 2,78 bilhões de bushels. Já a estimativa de exportações passou de 1,685 bilhão para 1,695 bilhão de bushels.

Produção mundial de soja
Para a safra mundial de soja em 2026/27, o USDA estima produção de 442,70 milhões de toneladas, ante 442,35 milhões de toneladas projetadas em setembro. Os estoques finais da temporada foram estimados em 124,28 milhões de toneladas, acima da expectativa do mercado, de 123,9 milhões de toneladas.

Para a temporada 2025/26, os estoques finais mundiais estão projetados em 124,93 milhões de toneladas.

Em relação à América do Sul, o departamento norte-americano manteve a estimativa de produção brasileira de soja em 180,5 milhões de toneladas para 2025/26. Para 2026/27, a projeção segue em 186 milhões de toneladas.

Na Argentina, a estimativa para a safra 2025/26 caiu de 49,5 milhões para 49,3 milhões de toneladas. Para 2026/27, o USDA manteve a previsão de 50 milhões de toneladas.

Projeção da safra 2026/27
No Brasil, a Conab estima que a produção de soja alcance 181,616 milhões de toneladas na safra 2026/27, crescimento de 0,7% em relação às 180,406 milhões de toneladas colhidas no ciclo anterior. Os números fazem parte do primeiro levantamento de acompanhamento da safra brasileira de grãos, divulgado na quinta-feira (15).

A área plantada está estimada em 49,305 milhões de hectares, avanço de 1,4% em comparação com os 48,608 milhões de hectares cultivados em 2025/26.

Por outro lado, a produtividade média deve recuar 0,8%, passando de 3.711 quilos por hectare na safra anterior para 3.683 quilos por hectare em 2026/27.

As projeções da Conab e do USDA apontam para uma oferta elevada de soja no Brasil e no mercado internacional. Enquanto os produtores brasileiros concentram os esforços no avanço do plantio, as estimativas de produção e os movimentos das cotações em Chicago seguem entre os fatores que influenciam as decisões de comercialização.

Fonte: Canal Rural

CHUVA E FRIO PARA ESSE INÍCIO DE SEMANAO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) monitora a possível formação da prim...
18/10/2026

CHUVA E FRIO PARA ESSE INÍCIO DE SEMANA

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) monitora a possível formação da primeira Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) da primavera, que poderá provocar chuvas persistentes nos próximos dias em áreas do Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Matopiba.

Enquanto isso, uma massa de ar frio deve manter as temperaturas baixas no centro-sul do Brasil, com previsão de geada na região Sul na madrugada deste domingo (18). Confira a previsão por região.

Norte
No Amazonas, ocorrem pancadas de chuva com trovoadas, e o tempo f**a chuvoso no leste do Tocantins e no sudoeste do Pará. Também há previsão de pancadas de chuva com trovoadas isoladas no sul de Roraima, no norte de Rondônia, no noroeste, centro e leste do Pará e nas demais áreas do Tocantins.

Há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades em áreas do Amazonas, incluindo Manaus (AM), no sul de Roraima, no oeste e sul do Pará e no norte do Tocantins.

O tempo permanece firme na maior parte do Amapá e na faixa litorânea do Pará, incluindo as capitais Macapá (AP) e Belém (PA). Mesmo com o tempo instável em grande parte da região, as temperaturas continuam elevadas. Entre as capitais, a temperatura mínima será de 24 °C em Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO).

O calor será intenso em Belém (PA) e Boa Vista (RR), com máxima de 37 °C. Em Macapá (AP), a máxima será de 34 °C, e nas demais capitais, de 36 °C.

Nordeste
O tempo f**a chuvoso, com trovoadas, no sul do Maranhão, no centro-sul do Piauí e no oeste e norte da Bahia. Nas demais áreas da Bahia e no sudoeste de Pernambuco, também ocorrem pancadas de chuva com trovoadas. Neste domingo há um aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no sul do Maranhão, no sudoeste do Piauí e nas regiões sul, central e noroeste da Bahia.

Por outro lado, o tempo continua firme no norte e no leste da região Nordeste, sem previsão de chuva no norte do Maranhão ao norte do Piauí, além de todo o Ceará, do Rio Grande do Norte, da Paraíba, do centro e leste de Pernambuco, de Alagoas e do norte e leste de Sergipe. Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23 °C em Maceió (AL), e a máxima, de 38 °C em Teresina (PI). Nas demais capitais, as temperaturas máximas variam entre 31 °C e 32 °C.

Centro-Oeste
Ocorrerão pancadas de chuva com trovoadas entre o noroeste de Mato Grosso e o norte de Goiás. Também há possibilidade de chuvas isoladas nas demais áreas de Mato Grosso, no centro-sul de Goiás e no Pantanal de Mato Grosso do Sul. Em grande parte de Mato Grosso do Sul e no extremo sul de Goiás, não há previsão de chuva, mas o céu f**a com muitas nuvens durante o dia. Faz um pouco de frio ao amanhecer em Mato Grosso do Sul.

Em Campo Grande (MS), a temperatura mínima chega a 15 °C e, mesmo com o sol aparecendo entre nuvens, a máxima não deve passar de 25 °C. Em Brasília (DF), a temperatura varia entre 18 °C e 26 °C. Em Goiânia (GO) e Cuiabá (MT), faz um pouco de calor, com máxima de 31 °C.

Sudeste
As áreas de instabilidade continuam atuando sobre o norte e o leste da Região Sudeste, com pancadas de chuva e trovoadas no norte de Minas Gerais e no Espírito Santo, onde segue vigente um aviso amarelo de perigo potencial para tempestades. Nas demais áreas de Minas Gerais e no Rio de Janeiro, a nebulosidade começa a diminuir, mas ainda podem ocorrer chuvas isoladas.

O tempo f**a mais firme, sem previsão de chuva, em grande parte de São Paulo e no Triângulo Mineiro. O domingo será mais um dia frio na capital paulista, a temperatura varia entre 14 °C e 19 °C. No Rio de Janeiro (RJ), a máxima será de 25 °C, e em Belo Horizonte (MG), de 28 °C.

Sul
No centro, sudoeste e sul do Paraná e no norte de Santa Catarina, há previsão de geada, com temperatura mínima em torno de 3 °C. Ao longo do dia, o céu f**a com poucas nuvens no Paraná, mas as temperaturas permanecem baixas. Nas demais áreas da região, o céu apresenta muitas nuvens. Há possibilidade de chuva isolada em toda a faixa litorânea da região Sul.

Em Curitiba (PR), o domingo será bastante frio para esta época do ano, com temperatura mínima de 7 °C e máxima de 18 °C. Também faz frio em Porto Alegre (RS), com mínima de 11 °C e máxima de 16 °C. Em Florianópolis (SC), as temperaturas variam entre 13 °C e 20 °C.

Fonte: Canal Rural

18/10/2026

Ótima semana.
O agronegócio em primeiro lugar.

Endereço

Curitiba, PR

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:30
Terça-feira 08:00 - 18:30
Quarta-feira 08:00 - 18:30
Quinta-feira 08:00 - 18:30
Sexta-feira 08:00 - 18:30

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