26/04/2026
Nem todo mundo vê o caminho por trás de um doce bonito.
Eu comecei com pudins. Simples, clássicos, cheios de histórias. E foi ali que eu aprendi a base de tudo: paciência, ponto certo, respeito pelo processo. Por muito tempo, eles foram meu principal produto… até que eu senti que precisava ir além.
A verdade? Dá medo. Muito medo!
Medo de errar, de desperdiçar, de não dar certo, de não agradar.
Mas é justamente errando que eu busco crescimento.
Cada receita que não f**a como eu imagino me ensina mais do que qualquer acerto fácil. Cada teste, cada ajuste de temperatura, textura, tempo… tudo isso vai construindo a confeiteira que eu sou hoje.
E aí veio o desafio: o tal bolo pudim.
Não porque está “na moda”, mas porque eu quis me provar que consigo. Que tudo aquilo que aprendi com meus pudins podia ir além. E foi aí que eu entendi — não é sobre seguir tendências, é sobre carregar a minha essência em cada criação.
O resultado ficou delicioso? Ficou.
Mas, mais importante que isso: ele carrega história, tentativa, erro, insistência e evolução.
A gente não cresce só quando acerta.
A gente cresce quando decide não parar.
Que nunca me falte coragem para tentar e humildade para aprender no caminho.