Com decreto de desapropriação, pela Superintendência Regional de Goiás (SR-04), a Fazenda Vale da Esperança é ocupada na madrugada do dia 15 de julho de 1996, com cerca de 170 famílias vindas de varias regiões de Goias e do DF e Entorno, todas ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que contava com o apoio do Partido dos Trabalhadores, Sindicatos Urbanos, alguns Deputados e
a Embrapa. Após a ocupação, o MST abre o acampamento para a inclusão das famílias ligadas ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Formosa que, também tinha interesse na área. Com apenas três meses de acampamento, aos 23 de outubro 1996, sai à ‘’emissão’’ da posse da terra. Feita a divisão do assentamento, pelo INCRA e pelos acampados num total de 178 parcelas, o sorteio das mesmas se da no dia 20 de janeiro de 1998. Sobrando 52 famílias como excedentes. O assentamento é marcado por lutas e conquista. Uma delas foi à conquista pela educação que levou a mobilizar alunos e trabalhadores na praça da prefeitura de formosa. E entre outras, por créditos, moradias etc. Alem de ter tido outras formas de organicidades internas, hoje o PA se organiza em três grupos organizativos:
(APRAVALE), Associação dos Produtores Assentados no Projeto de Assentamento Vale da Esperança. Fundada em 10 de janeiro de 1997. (ASSESVE), Associação dos Empreendedores Solidários do Vale da Esperança. (COPERVAL), Cooperativa mista do Vale da Esperança. Fundada em 10 de outubro 2008. Alem dos grupos Religiosos e Culturais. Um dos principais fatores econômico é a criação de gado leiteiro e de corte. Mais outros fatores vem se destacando e tornando importância econômica na comunidade como: Extrativismo, criação de aves, criação de peixes, alem de outros produtos de consumo interno. A Pagina proporciona a interatividade, comunicação, entretenimento, divulgação, alem de compartilhar a memória e á historia da comunidade.