Fato e Verdade - Jaboticabal

Fato e Verdade - Jaboticabal Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Fato e Verdade - Jaboticabal, Boa Barrinha.

20/05/2026

R$ 13 MIL, MUITO DISCURSO E POUCO RESULTADO

O que deveria ser um espaço para debate de projetos, fiscalização do Executivo e apresentação de soluções para a cidade tem se tornado, cada vez mais, um palco de ataques políticos por parte do vereador Professor Jonas na Câmara Municipal de Jaboticabal.

Ao invés de utilizar a tribuna para destacar projetos próprios, cobranças concretas ou resultados efetivos do mandato, o vereador insiste em gastar tempo atacando um ex-prefeito que deixou o poder há cerca de seis anos. Além disso, parte de seus discursos também é direcionada contra páginas independentes que apontam os fatos à atual administração municipal.

Enquanto a cidade enfrenta problemas reais nas áreas da saúde, infraestrutura e serviços públicos, cresce o questionamento entre moradores sobre qual tem sido, de fato, a contribuição prática do parlamentar para Jaboticabal.

A postura chama ainda mais atenção quando comparada à de outros vereadores da própria base governista, como Ronaldo, que mesmo apoiando o governo municipal costuma utilizar a tribuna para apresentar demandas, divulgar ações de seu mandato. Já Professor Jonas parece transformar sessões da Câmara em um ambiente de confronto político permanente.

Outro ponto que desperta comentários nos bastidores é o fato de Jonas pertencer ao mesmo partido da esposa do ex-prefeito que tanto critica em seus discursos. A contradição política levanta questionamentos sobre conveniência, alinhamentos e possíveis interesses próprios.

A população também começa a cobrar mais resultados diante dos privilégios do cargo.

Atualmente, um vereador em Jaboticabal recebe R$ 13.202 por mês, cerca de 8 salários mínimos.Para muitos moradores, o mínimo esperado seria postura, responsabilidade e produtividade compatíveis com o salário pago pelo contribuinte.

Mais do que ataques, provocações e embates políticos, a população espera vereadores que trabalhem, fiscalizem e apresentem soluções reais para os problemas da cidade.

Afinal, a tribuna da Câmara deveria servir ao povo e não funcionar apenas como instrumento de defesa do governo.

O Preço da Educação: O Dilema entre o Piso Nacional das Creches e o Orçamento Municipal🚨 PROFESSORAS DAS CRECHES NÃO PED...
19/05/2026

O Preço da Educação: O Dilema entre o Piso Nacional das Creches e o Orçamento Municipal

🚨 PROFESSORAS DAS CRECHES NÃO PEDEM FAVOR, COBRAM UM DIREITO

Enquanto tribunais reconhecem que a educação infantil faz parte da educação básica, dezenas de profissionais em Jaboticabal seguem enfrentando batalhas judiciais para receber o Piso Nacional do Magistério.

São profissionais que educam, acolhem e ajudam a formar as primeiras bases de uma geração inteira.

Se existe preocupação com o impacto financeiro, talvez a discussão precise ser: onde cortar gastos sem sacrif**ar justamente quem sustenta a educação pública.

A educação infantil em Jaboticabal tornou-se o centro de um complexo debate jurídico e financeiro.

Dezenas de professoras de creche têm recorrido à Justiça para garantir o recebimento do Piso Salarial Nacional, enquanto a Prefeitura trava uma batalha jurídica para evitar o que classif**a como um colapso nas contas públicas.

Para compreender o impasse, é preciso ir além dos discursos e analisar a matemática do município, a legislação federal e a realidade do cofre público.

- O "Piso Real" x O "Piso Nacional"

A Lei Federal nº 11.738/2008 estabelece um valor mínimo a ser pago aos profissionais do magistério da educação básica para uma jornada de 40 horas semanais.

O Piso Nacional (A Lei): Em 2026, o Ministério da Educação fixou este valor base em R$ 5.130,63. Este é o montante que a lei garante como vencimento inicial.

O Piso Real (A Prática local): Atualmente, a Prefeitura de Jaboticabal remunera essas profissionais com valores na casa dos R$ 3.800 (somando vencimento e complementos).

A diferença, superior a R$ 1.300 mensais por servidora, tem base numa manobra interpretativa da lei. A administração argumenta judicialmente que a atuação em creches (0 a 3 anos) não se enquadraria estritamente no "magistério da educação básica", tentando desobrigar o município de pagar o piso nacional. No entanto, decisões superiores, inclusive do STF, têm reiterado que a educação infantil é, sim, a base do ensino, dando ganho de causa às profissionais.

O Fator FUNDEB: A conta fecha?
A justif**ativa mais comum para o não pagamento do piso é a de que "o Governo Federal não manda dinheiro suficiente". Aqui entra o FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica).

É fundamental desmistif**ar o FUNDEB para a população: ele não é um "presente" do Governo Federal. Ele é um fundo formado pelos impostos arrecadados pelo próprio Estado e Município. Esse dinheiro retorna para a cidade e, por lei, pelo menos 70% dele deve ser usado obrigatoriamente para pagar salários dos profissionais da educação.

O gargalo: O repasse do FUNDEB muitas vezes cresce em ritmo menor do que o reajuste anual do Piso Nacional. Contudo, a legislação é clara: quando o dinheiro do FUNDEB não é suficiente para cobrir a folha, a Prefeitura é obrigada a usar recursos próprios (impostos locais) para complementar e garantir o piso estipulado em lei.

- A Realidade da Prefeitura e o Risco de "Rombo"
Se a lei é clara e os tribunais dão razão às professoras, por que o Prefeito simplesmente não assina um decreto autorizando o pagamento para todas?
A resposta está na matemática orçamentária e na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Se o município conceder o aumento hoje para equiparar o salário das creches ao piso de R$ 5.130,63, o impacto não se resume a mil reais a mais por pessoa. Ocorre o chamado "Efeito Cascata".

O plano de carreira (Lei Municipal nº 3.972/2009) define que todos os benefícios, como triênios, quinquênios e progressões por titulação (mestrado, doutorado), são calculados em cima do salário-base. Ao aumentar a base, todos os benefícios sobem exponencialmente.

Este efeito cascata gera um impacto de milhões de reais ao ano, trazendo duas consequências imediatas que o Executivo teme:
- O Limite da LRF: A Lei de Responsabilidade Fiscal proíbe que um município gaste mais de 54% de sua Receita Corrente Líquida com a folha de pagamento de funcionários. Conceder o reajuste sem ter um aumento equivalente na arrecadação de impostos pode jogar a cidade para cima desse limite.

Alertas do Tribunal de Contas: Ultrapassar o teto de gastos com pessoal gera alertas e sanções severas do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP), podendo resultar na rejeição das contas do prefeito, multas e até na cassação do mandato por improbidade administrativa.

O município também perde o direito de receber repasses voluntários e de contrair empréstimos.

- O Custo do Adiamento
O impasse cria um cenário onde não há vencedores. As profissionais trabalham desmotivadas e com defasagem salarial, a qualidade do ensino corre riscos, e a Prefeitura ganha tempo, mas constrói uma "bomba-relógio" financeira.

Ao optar por não pagar o piso agora e forçar as professoras a entrarem na Justiça, o município acabará condenado a pagar esses valores no futuro na forma de precatórios (dívidas judiciais do poder público).

Esses precatórios virão acrescidos de juros, correção monetária e honorários advocatícios, tornando o "rombo" nos cofres públicos muito maior do que se a cidade tivesse reestruturado suas finanças e cortado gastos em outras áreas para cumprir a lei hoje.

19/05/2026

🚨 FISCALIZA JABUKA: MAIS UMA PROMESSA QUE O TEMPO COBRA… ⚰️👀

No episódio de hoje do Fiscaliza JABUKA, relembramos uma fala do então candidato Professor Emerson sobre a situação do cemitério municipal de Jaboticabal.

Na época, Emerson defendia:
💡 melhoria na iluminação;
📹 instalação de câmeras;
⚡ reforço na segurança com cercas elétricas ou sistemas semelhantes;
🧱 aumento dos muros;
🐕 retirada de cães bravos das ruas para atuarem na proteção do local, dando uma “função social” aos animais.

O problema é que, anos depois, muitos dos problemas citados continuam sendo reclamação frequente da população. ⚠️

Moradores relatam:
🚨 furtos constantes no cemitério;
💉 presença de usuários de dr**as;
🚗 entrada de carros durante a noite para práticas se***is;
🌑 falta de iluminação principalmente no novo cemitério;
🔒 sensação de insegurança para famílias e visitantes.

Funcionários seguem mantendo o espaço limpo e organizado dentro das limitações, mas a crítica recorrente é sobre a falta de estrutura, segurança e investimentos efetivos no local. ⚖️

Mais uma vez, o discurso de campanha encontra a realidade da gestão. E a pergunta que f**a é: o que realmente saiu do papel? 👀

Hoje se completam 1.964 dias de gestão do prefeito Professor Emerson à frente da Prefeitura de Jaboticabal.

Entre promessas de campanha, discursos e a realidade enfrentada pela população, o Fiscaliza JABUKA segue relembrando compromissos assumidos e questionando: o que realmente saiu do papel nesses 1.964 dias? 👀⚖️

Alteração no Zoneamento de Jaboticabal Votada Hoje Levanta Questionamentos Sobre Possível Conflito de Interesses Envolve...
18/05/2026

Alteração no Zoneamento de Jaboticabal Votada Hoje Levanta Questionamentos Sobre Possível Conflito de Interesses Envolvendo Secretário Municipal

A pauta da Câmara Municipal de Jaboticabal desta segunda-feira traz para votação um projeto que, segundo críticos e observadores da política local, pode levantar questionamentos sobre um possível conflito de interesses na alta cúpula da administração municipal. O texto, que propõe alterações na Lei Complementar nº 80/2006, altera signif**ativamente os parâmetros urbanísticos da cidade, impactando diretamente o setor de construção civil e imobiliário — áreas em que atua, na iniciativa privada, o atual Secretário de Indústria e Comércio.

O projeto em discussão foca exclusivamente em construções comerciais e industriais. Entre as alterações previstas no texto, destaca-se o aumento do coeficiente básico de aproveitamento na Zona Industrial (ZI), que passaria de 2,1 para 4,0. Na prática, isso permitiria ampliar signif**ativamente o potencial construtivo dos terrenos. Além disso, o texto flexibiliza regras para edif**ações térreas, ampliando a altura permitida sem a exigência de determinados recuos laterais e de fundos.

Embora a justif**ativa oficial sustente que a proposta busca modernizar galpões e incentivar a geração de empregos, nos bastidores políticos há quem veja as mudanças como potencialmente benéf**as ao setor da construção civil e imobiliário. O atual titular da Secretaria de Indústria e Comércio possui atuação empresarial nesses segmentos, fato que tem gerado debate público e questionamentos sobre eventual favorecimento indireto.

Especialistas em administração pública frequentemente destacam que a Constituição Federal estabelece os princípios da impessoalidade e da moralidade como bases da gestão pública.

Diante disso, críticos defendem que alterações legislativas com potencial impacto econômico relevante devem ser analisadas com ampla transparência e cautela, especialmente quando envolvem setores ligados à atividade privada de agentes públicos.

A sociedade civil e os vereadores de oposição também devem acionar o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP), exigindo uma auditoria sobre os reais impactos e motivações dessas alterações no plano diretor.

A legislação urbana não pode ser tratada como um balcão de negócios para o benefício de quem está no poder.

A sessão de hoje será um teste decisivo para a Câmara Municipal: legislar para o bem coletivo de Jaboticabal ou chancelar o lucro privado com a caneta pública.

🚨 AMME JABOTICABAL: INAUGURAÇÃO MARCADA POR FILAS E SISTEMA FORA DO AR O primeiro dia de funcionamento do AMME em Jaboti...
18/05/2026

🚨 AMME JABOTICABAL: INAUGURAÇÃO MARCADA POR FILAS E SISTEMA FORA DO AR

O primeiro dia de funcionamento do AMME em Jaboticabal foi marcado por demora no atendimento e falhas no sistema.

Pacientes relataram mais de 2 horas de espera, médicos impossibilitados de acessar exames e atendimentos travados por problemas técnicos.

Segundo relatos:
• Atendentes demonstravam pouco preparo para lidar com a situação;
• Médicos f**aram sem acesso ao sistema;
• Alguns profissionais teriam deixado a unidade sem conseguir atender;
• Médico especialista teria saído indignado com os problemas enfrentados.

Apesar dos problemas enfrentados no primeiro dia de funcionamento, a estrutura física do AMME chamou atenção de pacientes e acompanhantes. O prédio foi considerado moderno, funcional e prático, contrastando com as dificuldades operacionais registradas durante os atendimentos.

Uma atendente precisou organizar manualmente uma lista de pacientes para tentar normalizar parte dos atendimentos.

Pacientes teriam conseguido realizar exames de sangue, mas os resultados não puderam ser acessados pelo médico devido à falha no sistema. A maioria das consultas terminaram apenas com receita médica, sem checar o resultados dos exames.

A expectativa agora é que os problemas técnicos e operacionais sejam resolvidos rapidamente, já que o AMME foi apresentado como um avanço histórico para a saúde de Jaboticabal e aguardado pela população desde novembro de 2024.

Porém, o primeiro dia escancarou uma realidade preocupante: prédio novo e estrutura moderna não funcionam sem planejamento, treinamento e sistema preparado para atender quem depende da saúde pública.

18/05/2026

🚨 FISCALIZA JABUKA: O QUE ACONTECEU COM O DISCURSO DE 2020? 👀🔥

Em mais um episódio do Fiscaliza JABUKA, vamos relembrar um vídeo da campanha de 2020 do então candidato Professor Emerson, que tinha como vice Nelson Gimenez.

Na época, Emerson criticava duramente a antiga administração de José Carlos Hori. Entre os principais pontos, questionava o valor de uma ponte de R$ 1,5 milhão e afirmava que Jaboticabal merecia mais responsabilidade com o dinheiro público.

Mas o tempo passou… e hoje a realidade levanta questionamentos.

📌 Seis anos depois, a atual gestão solicita um empréstimo de quase R$ 30 milhões, incluindo obras como a ponte entre o Colina Verde e o Athenas I, com custo estimado em R$ 3,5 milhões.

📌 Outro ponto que chama atenção é a iluminação pública. No vídeo de campanha, Emerson dizia que “jamais” apresentaria para a cidade um contrato de R$ 100 milhões para iluminação. Porém, após cinco anos, em seu segundo mandato com um vice diferente, a gestão assinou um contrato que ultrapassa R$ 104 milhões.

📌 E no mesmo discurso, o então candidato afirmava que governaria com moralidade, responsabilidade e coerência.

A pergunta que f**a é:
❓ O discurso mudou… ou o poder revelou quem realmente estava por trás dele?

Entre promessas de moralidade, críticas milionárias e contratos ainda maiores, a população assiste ao velho vídeo de campanha e compara com a realidade de hoje.

Porque o problema não é o que foi dito em 2020…
é o que está sendo feito em 2026.

🚨 Uma atrás da outra… MP APONTA FALHAS GRAVES EM CONTRATOS DA MERENDA E CESTAS BÁSICAS EM JABOTICABAL 🍽️📦Agora, o Minist...
16/05/2026

🚨 Uma atrás da outra… MP APONTA FALHAS GRAVES EM CONTRATOS DA MERENDA E CESTAS BÁSICAS EM JABOTICABAL 🍽️📦

Agora, o Ministério Público aponta falhas graves na fiscalização de contratos da merenda escolar e cestas básicas em Jaboticabal. Segundo a Promotoria, houve pagamento de notas fiscais sem comprovação adequada das marcas dos produtos entregues e sem fiscalização efetiva por parte do Município.

A Promotoria de Justiça de Jaboticabal expediu a Recomendação Administrativa nº 03/2026 após identif**ar possíveis irregularidades graves na fiscalização de contratos milionários ligados à merenda escolar e distribuição de cestas básicas no município. 🚨

O documento, assinado pela promotora Karina Beschizza Cione, aponta falhas nos contratos dos Pregões nº 50/2024, 58/2024, 59/2024 e 35/2025. 📄⚠️

Segundo o Ministério Público, os contratos exigiam marcas específ**as dos alimentos fornecidos. Porém, notas fiscais apresentadas pela empresa contratada não informavam as marcas dos produtos entregues — e mesmo assim os pagamentos foram realizados pela Prefeitura. 💸❗

Mais grave ainda: a própria administração municipal admitiu não ter comprovado fiscalização efetiva dos produtos recebidos nem conferência adequada das notas fiscais antes dos pagamentos. 🏛️🚫

O MP apontou possíveis falhas:
- na fiscalização dos contratos;
- na conferência dos produtos;
- no atesto das notas fiscais;
- na liberação dos pagamentos públicos.

A situação preocupa porque envolve áreas essenciais:
- merenda escolar;
- cestas básicas;
- assistência social;
- alimentação de crianças e famílias vulneráveis.

Diante das irregularidades, a Promotoria recomendou que a Prefeitura:
✔️ faça conferência efetiva dos produtos;
✔️ registre formalmente as fiscalizações;
✔️ impeça pagamento de notas fiscais incompletas;
✔️ capacite fiscais de contratos;
✔️ fortaleça o controle interno.

⚠️ O Ministério Público também alertou que, caso as irregularidades continuem, poderão ser adotadas medidas judiciais e responsabilização por improbidade administrativa.

O caso reacende o debate sobre transparência, fiscalização e responsabilidade na aplicação do dinheiro público em áreas essenciais como alimentação escolar e assistência social.

A situação chama ainda mais atenção porque acontece justamente após Tribunal de Contas do Estado de São Paulo conceder ao município, na data de ontem, o selo ouro de transparência. 🏅

Agora, cresce a expectativa sobre quais medidas práticas serão adotadas pela Prefeitura de Jaboticabal e se os órgãos de controle irão aprofundar a apuração sobre possíveis irregularidades nos contratos investigados.

15/05/2026

Jaboticabal 2026: As "Muralhas Digitais" que Ficaram no Papel

Passados quase quatro anos da promessa de uma revolução tecnológica na segurança pública, moradores de Jaboticabal e dos distritos ainda esperam pelo monitoramento prometido pelo atual governo.

No início desta gestão, o discurso era de modernidade e eficiência. O programa "Jaboticabal Mais Segura" foi vendido como a solução definitiva para a criminalidade local, prometendo um cerco eletrônico custeado pela iniciativa privada e a criação da Guarda Civil Municipal (GCM). Entretanto, chegamos a 2026 e o cenário nas ruas é de estagnação.

- A Promessa do "Custo Zero"
O ponto central da campanha era a instalação de câmeras através de uma parceria com o Fórum de Entidades de Jaboticabal (FEJA). Na teoria, os empresários pagariam a conta e a cidade ganharia uma "Muralha Digital".

A Realidade: Sem transparência sobre por que o projeto não avançou, as entradas da cidade continuam sem o monitoramento inteligente integrado às polícias que foi amplamente divulgado.

O Vácuo: A integração prometida com a Secretaria de Segurança Pública do Estado ficou apenas nas intenções, deixando as forças policiais sem a ferramenta de inteligência prometida.

GCM: O Planejamento que Nunca Virou Ação
Se a Muralha Digital era a solução imediata, a Guarda Civil Municipal era o sonho de longo prazo. O argumento de que o custo era alto serviu de justif**ativa para adiar o projeto durante todo o mandato.

"Disseram que iam planejar em quatro anos, mas o mandato está acabando e não vimos um concurso, um uniforme ou uma viatura da GCM nas ruas", reclama um morador que prefere não se identif**ar.

- Segurança em Xeque

Enquanto as cidades vizinhas avançam com centros de monitoramento modernos e guardas municipais atuantes, Jaboticabal parece ter parado no tempo, refém de uma promessa que dependia exclusivamente da boa vontade de terceiros.

Com as eleições se aproximando, a pergunta que f**a para a atual administração é: onde estão as câmeras e o plano de segurança que foram garantidos no início desta jornada? O eleitor, que hoje se sente desprotegido, certamente cobrará essa conta nas urnas.

🚨 JABOTICABAL: ENTRE DISCURSOS, PROMESSAS E A REALIDADE DAS RUASComeçamos hoje um novo quadro: “FISCALIZA JABUKA?”Depois...
15/05/2026

🚨 JABOTICABAL: ENTRE DISCURSOS, PROMESSAS E A REALIDADE DAS RUAS

Começamos hoje um novo quadro: “FISCALIZA JABUKA?”

Depois de 1.960 dias de mandato, chegou a hora de olhar menos para vídeos, propagandas e discursos políticos — e mais para a realidade que o morador enfrenta todos os dias.

O que realmente mudou em Jaboticabal?
Quais promessas saíram do papel?
A cidade evoluiu ou apenas aprendeu a fazer marketing político?

Enquanto bairros seguem reclamando de problemas antigos, a máquina pública continua custando caro ao contribuinte:
💰 Prefeito: cerca de R$ 380 mil por ano
💰 Secretários: mais de R$ 200 mil anuais
💰 Vereadores: aproximadamente R$ 158 mil por ano

Agora faça a conta:
quantos anos um trabalhador comum levaria para ganhar isso?

Porque no fim, quem paga essa conta é o morador que acorda cedo, enfrenta fila na saúde, convive com problemas de infraestrutura e escuta novas promessas a cada eleição.

E 2026 já começou politicamente.

Os mesmos grupos que hoje pedem confiança para deputados e novos projetos são os que administram a cidade há anos. Antes de acreditar em novos discursos, a população precisa responder uma pergunta simples:

Jaboticabal mudou de verdade ou ficou presa na política da promessa?

Aqui, a cobrança será baseada em fatos, obras, números e resultados. Porque político não deve ser tratado como celebridade. Deve ser fiscalizado.

🚨 CÂMARA APROVA EMPRÉSTIMO DE R$ 16 MILHÕES EM JABOTICABAL EM MEIO A ALERTA FISCAL 🚨Em sessão extraordinária realizada n...
14/05/2026

🚨 CÂMARA APROVA EMPRÉSTIMO DE R$ 16 MILHÕES EM JABOTICABAL EM MEIO A ALERTA FISCAL 🚨

Em sessão extraordinária realizada nesta quinta-feira (14), às 11h, a Câmara Municipal de Jaboticabal aprovou o projeto que autoriza a prefeitura a contratar um empréstimo de R$ 16 milhões.

A aprovação acontece em um momento delicado das contas públicas. O próprio Tribunal de Contas do Estado já apontou que o município ultrapassou o limite prudencial, chegando a cerca de 103% no comprometimento fiscal relacionado à folha e obrigações financeiras, cenário que acende alerta sobre a capacidade financeira da cidade.

Mesmo diante do quadro, a maioria dos vereadores votou favorável ao endividamento:

✅ Votaram a favor:
Renata Assirati, Wilsinho Locutor, Gilberto de Faria, Professor Jonas, Ronaldo Bolonhesi, Samuel Cunha, Ednei Valêncio, Célio de Morais e Gregório Casagrande.

❌ Votaram contra:
Mandi Serralheiro e Dr. Jonatas Caravelli.

⚖️ O presidente Ronaldo Perucci só votaria em caso de empate.

📌 O vereador Pepa Servidone não esteve presente na votação.

A aprovação levanta questionamentos importantes sobre a condução financeira do município. Críticos da medida apontam que, em vez de promover cortes de gastos, revisão administrativa e contenção da máquina pública, a gestão optou por ampliar o endividamento da cidade.

Enquanto municípios vizinhos conseguem captar recursos federais a fundo perdido para investimentos na saúde, Jaboticabal caminha para assumir mais uma dívida milionária que deverá ser paga pela população nos próximos anos.

Para parte da população, a decisão simboliza uma inversão de prioridades: em vez de equilíbrio fiscal primeiro, a cidade escolhe aumentar compromissos financeiros em um cenário já considerado crítico por órgãos de fiscalização.

ESPECIAL: O Mapa do Desperdício – Enquanto vizinhos avançam com o PAC, Jaboticabal assiste da "lanterna"O cenário da saú...
14/05/2026

ESPECIAL: O Mapa do Desperdício – Enquanto vizinhos avançam com o PAC, Jaboticabal assiste da "lanterna"

O cenário da saúde pública na região de Jaboticabal acaba de ganhar um novo capítulo que evidencia o abismo administrativo entre o município e seus vizinhos. Enquanto cidades como Barrinha, Guariba, Monte Alto e Sertãozinho já celebram a conquista de novas Unidades Básicas de Saúde (UBS) através do Novo PAC Saúde, Jaboticabal segue em um impasse fiscal que ameaça não apenas o futuro, mas a manutenção do básico.

- O "Bilhete Premiado" que Jaboticabal não retirou
O Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do Governo Federal funciona como um repasse "fundo a fundo". Traduzindo: o dinheiro é enviado diretamente para a construção de novas sedes, sem que a prefeitura precise pagar de volta.

É o investimento ideal para municípios que precisam expandir sem se endividar.

Para garantir essa verba, o Governo Federal exige apenas eficiência técnica: apresentação de terrenos regulares, projetos aprovados e licitações no prazo.

O prazo final, após sucessivas prorrogações, é 31 de maio de 2026. Se a documentação não estiver no sistema até lá, o recurso é cancelado.

- O contraste regional: Quem correu, levou
Enquanto o relógio corre, o mapa da região mostra quem priorizou a gestão:

Barrinha, Guariba e Pradópolis: Garantiram UBSs Porte I (cerca de R$ 2 milhões cada).
Monte Alto e Taquaritinga: Conquistaram UBSs Porte II.
Matão e Sertãozinho: Foram além, garantindo múltiplas unidades e portes maiores (III e IV), com investimentos que ultrapassam os R$ 4 milhões.

E Jaboticabal? A cidade, que deveria ser a referência da microrregião, aparece como a grande ausente na lista de novas construções.

O Fantasma da Má Gestão: O prejuízo milionário do FUNDEB

Essa não é a primeira vez que a "lanterna" brilha sobre a administração local. No início deste ano, Jaboticabal foi oficialmente inabilitada para receber a complementação do VAAR (Valor Aluno Ano Resultado) do FUNDEB.

A causa? Incapacidade administrativa. O município falhou em cumprir requisitos básicos de gestão, como a seleção técnica de diretores escolares. O resultado foi catastrófico para os cofres da educação: estima-se que Jaboticabal deixou de arrecadar entre R$ 2 milhões e R$ 3 milhões apenas neste ciclo. Esse é um dinheiro que deveria estar hoje nas salas de aula, mas que evaporou por falta de planejamento e adequação às leis federais.

Reforma vs. Construção: A aposta no endividamento
A estratégia de Jaboticabal para a saúde tem sido diferente e mais arriscada. Em vez de focar na conquista de prédios novos e gratuitos via PAC, a prefeitura tenta um empréstimo de R$ 16 milhões (Desenvolve SP) para reformar postos antigos.

No entanto, até para se endividar é preciso ter as contas em dia. Com o comprometimento financeiro batendo na casa dos 103% (estourando o teto legal de 95%), o Tribunal de Contas (TCE-SP) mantém o sinal vermelho. Sem certidões negativas e sem limite fiscal, o município não consegue o empréstimo e também não cumpre os requisitos para as verbas federais gratuitas.

- O Relógio Não Para
Faltam pouco mais de 15 dias para o encerramento do prazo final do PAC (31/05). Se Jaboticabal não reverter o quadro de "má administração" e apresentar projetos sólidos, verá seus vizinhos inaugurando clínicas modernas enquanto seus próprios postos de saúde continuam dependendo de reformas que o orçamento municipal, hoje asfixiado, não consegue pagar.

No tribunal da opinião pública e no Diário Oficial, o veredito é o mesmo: em Jaboticabal, o preço da falta de eficácia administrativa está sendo pago diretamente pelo cidadão na fila da saúde.

Endereço

Boa Barrinha, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Fato e Verdade - Jaboticabal posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar