24/10/2025
“Quando o brilho vira alerta”✨
A confeitaria inteira parou pra falar sobre isso o glitter.
Um produto que por anos foi usado, indicado e comercializado dentro de lojas de confeitaria, ao lado de corantes e pós decorativos, agora virou o centro de uma grande discussão.
E a verdade é que o problema não está apenas no glitter em si, mas na falta de clareza de quem o produz e comercializa.
👉 Algumas empresas vendem esses produtos como se fossem alimentícios, divulgam em redes sociais e até fazem parcerias com confeiteiras — mas no rótulo está lá, em letras pequenas: contém PP (polipropileno), uma substância plástica que não deve ser ingerida.
👉 Outras nem sequer informam nada no rótulo, deixando o consumidor no escuro.
👉 E há também aquelas que trabalham corretamente, com produtos realmente alimentícios e registro claro de segurança.
Ou seja: o mercado virou uma mistura perigosa entre o que parece ser próprio para consumo e o que realmente é.
E não, não é sobre culpar quem usou.
Até porque, se alguém nunca foi informado… que atire a primeira pedra qual confeiteira nunca tenha usado, né? 💭
A verdade é que 90% de nós confiamos em algo que foi muito mal divulgado pelas próprias empresas.
Por isso, esse momento serve como um alerta pra toda a classe confeiteira.
Não é sobre vergonha é sobre abrir os olhos e exigir mais transparência.
Na Cibele Nunes Confeitaria, nosso compromisso é com a segurança e a verdade.
Nós só utilizamos produtos que informam claramente no rótulo que são seguros para o consumo, porque acreditamos que o brilho do nosso trabalho deve vir da confiança e do cuidado, nunca do risco.
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Quanto mais informação circular, mais seguras e respeitadas seremos.