Porto de Anjo - Parto domiciliar

Porto de Anjo - Parto domiciliar Equipe de parto domiciliar planejado e acompanhamento de partos naturais hospitalar em Rio Verde - GO e região. Enfermeira Obstétrica Angela Gasparoto

Porto de Anjo - Parto Domiciliar

Equipe de parto domiciliar planejado e acompanhamento de partos naturais hospitalar em Rio Verde - GO e região. Apoio e incentivo ao parto natural, lutando pela humanização do parto!

Sobre Pâmylla:Desde que a conheci, ainda muito jovem, nunca enxerguei nela uma menina. Sempre vi uma mulher.Uma mulher d...
31/05/2026

Sobre Pâmylla:
Desde que a conheci, ainda muito jovem, nunca enxerguei nela uma menina. Sempre vi uma mulher.
Uma mulher decidida, organizada, segura de suas escolhas e profundamente conectada ao que desejava viver.
Nossos encontros de pré natal sempre foram regados a café. Na gestação de Tadeu, havia os bolos, preparados com carinho. Na espera por Tomás, o pão de queijo e a broa que tanto gosto. Gestos simples, mas que revelam muito sobre quem ela é: uma mulher que acolhe, cuida e faz do amor algo concreto.
Entre uma conversa e outra, chegavam também as encomendas da Shopee e do Mercado Livre. Na primeira gestação, na segunda também. Porque Pâmylla é uma mulher que se prepara, pesquisa, planeja e constrói com intenção tudo aquilo que considera importante.
Ao acompanhá-la, sempre tive a sensação de que o parto domiciliar não era apenas uma escolha. Era parte de sua essência. Como um saber antigo, herdado das mulheres que vieram antes dela. Uma força tranquila, firme e profundamente feminina.
Com a chegada de Tomás, assim como aconteceu com Tadeu, não nasceu uma nova mulher. Apenas se revelou, mais uma vez, a mulher que ela sempre foi.
Forte. Amorosa. Determinada. E profundamente fiel a si mesma. 🤍

Às vezes, Deus te isola porque quer falar com você.E talvez o parto seja um dos lugares mais profundos desse encontro.Co...
29/05/2026

Às vezes, Deus te isola porque quer falar com você.
E talvez o parto seja um dos lugares mais profundos desse encontro.
Como na música “Se Eu Quiser Falar com Deus”, de Gilberto Gil:
“Tenho que ficar a sós,
tenho que apagar a luz,
tenho que calar a voz.”
No trabalho de parto, a mulher também precisa se despir.
Do controle. Dos medos. Das distrações.
Precisa estar nua no corpo e na alma.
Porque o parto não atravessa só a carne.
Ele atravessa o espírito.
E há mulheres que, no silêncio das contrações, encontram Deus pela primeira vez dentro de si.

No parto domiciliar, os irmãos não são espectadores.Eles recebem.Cantam a chegada do bebê do jeito que sabem, rezam com ...
29/05/2026

No parto domiciliar, os irmãos não são espectadores.
Eles recebem.
Cantam a chegada do bebê do jeito que sabem, rezam com mãos pequenas, tocam a barriga, sentem o nascimento atravessar a casa inteira.
E quando um irmão corta o cordão umbilical, existe algo profundamente sagrado nisso.
Não é apenas separar placenta e bebê.
É como dizer:
“Agora o mundo te espera.
Respire sozinho.
Estamos aqui.
Seja bem-vindo.”
Isabel cortou o cordão da irmã Elisa.
E naquele instante, não nasceu apenas uma criança.
Nasceu também uma memória eterna dentro de uma família.

As pessoas têm medo que uma criança veja um parto natural.Mas não têm medo do que ela vê todos os dias na internet.Têm m...
29/05/2026

As pessoas têm medo que uma criança veja um parto natural.
Mas não têm medo do que ela vê todos os dias na internet.
Têm medo que ela veja a mãe chorando.
Mas a vida inteira ela verá dores.
No parto, porém, ela vê amor, força e nascimento.
Quando uma criança é preparada para o que é real, ela entende muito mais do que muitos adultos.
Ela entende a dor, a espera, o processo.
E ainda assim permanece.
Toca.
Acolhe.
Abençoa.
O parto é envolto pelas mãos.
A mão que segura.
Que enxuga o suor.
Que ampara o bebê.
E existe algo divino na mão de um filho sobre a mãe em trabalho de parto.
Porque mãos estendidas também são oração.
O parto não é sofrimento.
É processo.
E todo processo de transformação passa pela dor.
O que, nessa vida, não passa?
Talvez o problema nunca tenha sido a criança ver um nascimento.
Talvez seja o adulto ter desaprendido a enxergar o sagrado nele.

Começaram as contrações em uma manhã de quase lua crescente.E é engraçado… a segunda vez que eu senti a Juliana, ela ent...
21/05/2026

Começaram as contrações em uma manhã de quase lua crescente.
E é engraçado… a segunda vez que eu senti a Juliana, ela entrou em trabalho de parto.
Ela é aquele tipo de mulher que o corpo não avisa.
Não tem tampão mucoso, não tem sinais, não tem anúncio.
Ela simplesmente entra em trabalho de parto.
E, nas duas vezes, eu senti.
Os outros nascimentos foram meninos.
E agora veio a Esther.
Esther, que significa estrela.
E ontem o céu parecia desenhar esse encontro.
A lua crescente brilhava ao lado de uma estrela linda, como se anunciasse com delicadeza a chegada dela.
Não sei explicar lógica para esse tipo de conexão.
Mas existem pessoas que a gente sente de longe.
Mesmo sem conversa diária, existe uma frequência que aproxima, uma ligação silenciosa, amorosa e impossível de ignorar.
E essa família carrega isso.
Leveza, carinho, educação e amor no jeito de existir.
E viver esse nascimento em equipe deixou tudo ainda mais especial.
Estar com a dra Wayne, com a dra Paola e mais uma vez sentir o acolhimento da enfermagem no setor obstétrico da Unimed aqueceu ainda mais esse parto.
Alguns nascimentos chegam fazendo barulho.
Outros chegam iluminando tudo em silêncio.
E a Esther chegou assim.
Como estrela.
♡ É sempre uma alegria te ver .

O puerpério é uma transição.Uma passagem onde, muitas vezes, a mulher olha no espelho e não se reconhece mais.É a dor no...
19/05/2026

O puerpério é uma transição.
Uma passagem onde, muitas vezes, a mulher olha no espelho e não se reconhece mais.
É a dor no corpo, as noites sem dormir, a mente confusa e o emocional completamente abalado.
Eu senti solidão, abandono e vazio.
Mas eu não podia adoecer.
Eu tinha uma filha para cuidar naquele exato momento.
E é aí que nasce a leoa.
Porque quando uma mãe vira mãe, ela encontra forças até no fim do mundo para proteger o seu filho.
As mulheres se preparam para o parto, para a amamentação, para o bebê…
Mas quase ninguém prepara a mulher para o puerpério.
E a rede de apoio faz toda diferença.
Existe a que acolhe, ajuda e fortalece.
Mas também existe a que confunde, invalida e faz a mulher sentir que não é capaz de cuidar do próprio filho.
Cada mulher vive o puerpério de um jeito.
E eu queria que vocês me contassem: como foi o de vocês?
Talvez a sua história possa ajudar outras mulheres a atravessarem esse processo.

O parto funciona em equilíbrio.E equilíbrio só existe quando cada profissional entende seu papel, sem ultrapassar o espa...
17/05/2026

O parto funciona em equilíbrio.
E equilíbrio só existe quando cada profissional entende seu papel, sem ultrapassar o espaço do outro.
Quando uma mulher escolhe ter uma equipe completa ao seu lado, ela escolhe cuidado em várias formas.
A doula acolhe emocionalmente.
A enfermeira obstétrica conduz tecnicamente o parto de risco habitual.
A obstetra entra quando existe necessidade de intervenção.
O pediatra cuida do bebê quando esse bebê precisa de assistência.
Mas acima de qualquer função, existe algo que nunca pode ser esquecido:
o centro do parto não é a equipe.
É a mulher.
Os olhares, os toques, as decisões e os cuidados precisam respeitar aquilo que ela escolheu viver.
Inclusive quando esse parto muda de caminho e vai para um centro cirúrgico.
Quando existe uma equipe completa, o apoio emocional dessa mulher continua sendo da pessoa que ela escolheu para estar ao seu lado e da doula.
Enquanto isso, a enfermeira obstétrica permanece no seu papel técnico junto da equipe.
Mas quando essa mulher não possui uma equipe completa e escolheu ter apenas a enfermeira obstétrica ao seu lado, dentro do centro cirúrgico essa profissional também se torna acolhimento, presença, apoio emocional e segurança para essa mulher naquele momento.
Porque parto não é disputa de espaço.
Parto é equipe.
É respeito.
É saber a hora de conduzir e a hora de apenas acolher.
Quando cada profissional ocupa seu lugar com consciência, nasce um parto mais seguro, mais respeitoso e mais humano.

Existem mulheres que parem filhos.E existem mulheres que renascem em cada parto.A Hemelly é assim.Conheci a Hemelly no p...
14/05/2026

Existem mulheres que parem filhos.
E existem mulheres que renascem em cada parto.
A Hemelly é assim.
Conheci a Hemelly no primeiro parto da pandemia, e desde então, cada encontro nosso vinha acompanhado de algum grande atravessamento da vida. Sempre desbravando dores íntimas, medos silenciosos e batalhas emocionais profundas.
No parto do Emanuel não foi diferente.
Talvez tenha sido o mais intenso de todos nós.
Com 36 semanas, ele começou a dar sinais de que chegaria antes. E eu disse a ela: “não é um parto de casa”. Investigamos, cuidamos, observamos. Não havia doença, não havia risco iminente, apenas pródromos e um bebê anunciando sua presença antes da hora.
Ele avisou várias vezes que viria.
No dia da parteira.
Em falsas partidas.
Em noites longas.
Em esperas que mexiam com a alma.
Até que Emanuel escolheu nascer com 41 semanas e 1 dia.
Grande. Forte. Lindo.
Um parto avassalador.
Daqueles que atravessam a mulher inteira.
Mas a Hemelly carrega uma força rara: ela sempre vence aquilo que mais a desafia, o íntimo, o emocional, o pessoal. E no fundo, ela sabe.
Ela é potência.
E toda vez que pare, ela se reencontra com isso.

Sou parteira, parceira da ciência e defensora do nascimento respeitoso.Acredito na ancestralidade, mas também na pesquis...
13/05/2026

Sou parteira, parceira da ciência e defensora do nascimento respeitoso.
Acredito na ancestralidade, mas também na pesquisa, nos estudos e na construção de conhecimento através da vida que nasce.
Por isso, as placentas de mulheres que parem em casa e não desejam permanecer com ela, assim como de pacientes de parto hospitalar que escolhem doar, são encaminhadas para pesquisa através do instituto parceiro.
Porque, para nós, a placenta é sagrada.
Ela é memória, potência e também ciência.
Não é um material para simplesmente ser eliminado.
E, acima de tudo, respeitamos a escolha de cada mulher.
Se a família deseja permanecer com sua placenta, guardar, ritualizar ou enterrar, essa decisão sempre será respeitada.
Porque a placenta pertence à mulher e à sua história.goias .

Hoje eu entendo que a enfermagem foi caminho, mas a parteira foi destino.E se antes eu comemorava o Dia da Enfermagem, h...
13/05/2026

Hoje eu entendo que a enfermagem foi caminho, mas a parteira foi destino.
E se antes eu comemorava o Dia da Enfermagem, hoje meu coração floresce no dia 5 de maio.
Porque eu sou parteira.
É assim que eu me reconheço.
Uma mulher que aprendeu a segurar vidas com as mãos e a alma.
Que acompanha nascimentos, escuta silêncios, acolhe medos e presencia o instante exato em que uma mãe também nasce.
A enfermagem mora em mim.
Mas a parteira… essa me atravessa inteira.

Endereço

Rio Verde, GO

Telefone

64 99224-5178

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Porto de Anjo - Parto domiciliar posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Porto de Anjo - Parto domiciliar:

Compartilhar