31/05/2026
Sobre Pâmylla:
Desde que a conheci, ainda muito jovem, nunca enxerguei nela uma menina. Sempre vi uma mulher.
Uma mulher decidida, organizada, segura de suas escolhas e profundamente conectada ao que desejava viver.
Nossos encontros de pré natal sempre foram regados a café. Na gestação de Tadeu, havia os bolos, preparados com carinho. Na espera por Tomás, o pão de queijo e a broa que tanto gosto. Gestos simples, mas que revelam muito sobre quem ela é: uma mulher que acolhe, cuida e faz do amor algo concreto.
Entre uma conversa e outra, chegavam também as encomendas da Shopee e do Mercado Livre. Na primeira gestação, na segunda também. Porque Pâmylla é uma mulher que se prepara, pesquisa, planeja e constrói com intenção tudo aquilo que considera importante.
Ao acompanhá-la, sempre tive a sensação de que o parto domiciliar não era apenas uma escolha. Era parte de sua essência. Como um saber antigo, herdado das mulheres que vieram antes dela. Uma força tranquila, firme e profundamente feminina.
Com a chegada de Tomás, assim como aconteceu com Tadeu, não nasceu uma nova mulher. Apenas se revelou, mais uma vez, a mulher que ela sempre foi.
Forte. Amorosa. Determinada. E profundamente fiel a si mesma. 🤍