10/05/2026
Nem todo Dia das Mães termina com almoço em restaurante.
Às vezes termina em volta da tábua, da conversa… e de garrafas que fazem o tempo desacelerar 🍷❤️
De um lado, Mendoza entregando potência, fruta madura, especiarias e aquela textura envolvente do Mosquita Mu**ta.
Do outro, o norte do Rhône mostrando porque Syrah pode ser ao mesmo tempo elegante, fresca e extremamente gastronômica no Crozes-Hermitage de Laurent Combier.
E o mais curioso?
Na teoria, muita gente escolheria o vinho “mais potente” para acompanhar a carne.
Mas na prática…
foi o Rhône que roubou a cena na mesa.
Mais equilíbrio.
Mais fluidez.
Mais vontade de servir outra taça.
Porque harmonização não é só intensidade contra intensidade.
É textura, acidez, frescor e como o vinho conversa com a comida ao longo da refeição.
No fim, os dois entregaram muito.
Mas um deles fez silêncio na mesa depois do primeiro gole. 🍷