Clarets Página oficial da Clarets do Brasil, importadora especializada em vinhos e champagnes premium. Nossa especialidade são os vinhos de Bordeaux.

A Clarets é uma importadora especializada no segmento de bebidas premium. Nossa história começou no mercado de vinhos europeu e americano, onde os vinhos são tratados como ativos, e os preços são ditados pela lei da oferta e demanda. Aqui no Brasil buscamos implementar esta filosofia de trabalho, praticando preços justos comparado com o mercado global. E também temos em nosso portfolio bebidas de

Champagne, Borgonha, Rhone, Itália, Espanha e Portugal. Compartilharemos aqui no facebook nossas novidades.

A Clarets recebeu reposição dos vinhos do Château Montrose, produtor considerado por muitos críticos como a referência m...
12/06/2026

A Clarets recebeu reposição dos vinhos do Château Montrose, produtor considerado por muitos críticos como a referência máxima de Saint-Estèphe. O Château Montrose nasceu de uma visão improvável: um terreno pedregoso transformado em ícone mundial. Sob o comando dos irmãos Martin e Olivier Bouygues desde 2006, a propriedade reafirmou seu lugar entre os grandes clássicos de Bordeaux com 95 hectares de vinhas e três rótulos distintos — vinhos esculpidos entre os mais longevos da região.

#

A Clarets recebeu reposição dos vinhos do Château Montrose, produtor considerado por muitos críticos como a referência m...
11/06/2026

A Clarets recebeu reposição dos vinhos do Château Montrose, produtor considerado por muitos críticos como a referência máxima de Saint-Estèphe. A história deste icônico produtor começou com um terreno praticamente ignorado. As terras antes conhecidas como Lande d'Escargeon — uma pequena elevação de pedregulhos e vegetação selvagem às margens do Gironde — só despertaram interesse em 1815, quando Etienne Théodore Dumoulin decidiu plantar vinhedos e construir as bases do Château. O investimento foi visionário: em 1855, na histórica Classificação de Bordeaux, Montrose alcançou o grau de Deuxième Cru. O nome da propriedade vem dos marinheiros que avistavam a coloração levemente magenta da colina e a chamavam de "mont rose".

Após passar pelas mãos de Mathieu Dollfus e da família Charmolüe — herdeiros dos châteaux vizinhos Cos d'Estournel e Pomys — o château foi adquirido em maio de 2006 pelos irmãos Martin e Olivier Bouygues. Com visão e investimento, revitalizaram a propriedade e seus vinhos com o apoio de Jean Bernard Delmas, ex-enólogo do Château Haut-Brion. O resultado foi uma nova era para Montrose, que reafirmou seu lugar entre os grandes clássicos de Bordeaux.

Hoje, a propriedade conta com 95 hectares de vinhas de cerca de 40 anos, com 9 mil plantas por hectare e rendimento de 50 hectolitros. A produção se divide em três rótulos: o Grand Vin de Montrose, assemblage majoritariamente Cabernet Sauvignon e expressão máxima do terroir da casa; La Dame de Montrose, com proporção maior de Merlot e primeira safra em 1986; e Tertio de Montrose, anteriormente conhecido como Saint-Estèphe de Montrose, de perfil mais acessível mas igualmente preciso.

"Montrose é um vinho para pacientes — compra-se, esquece-se na adega e abre-se décadas depois. A recompensa está à altura da espera."

Poucos châteaux de Bordeaux carregam essa combinação de história, terroir e longevidade com tanta naturalidade, elaborando vinhos esculpidos entre os mais longevos da região. Montrose não é apenas um grande vinho — é um compromisso com o tempo.

A Clarets recebeu reposição de toda a linha de champagnes Philipponnat, produtor entre os mais antigos da região com his...
09/06/2026

A Clarets recebeu reposição de toda a linha de champagnes Philipponnat, produtor entre os mais antigos da região com história que remonta a 1522. Reconhecida há séculos por sua excelência, a casa teve a prestigiada distinção de fornecer seus vinhos para a corte de Luís XIV durante o auge de seu reinado, entre 1643 e 1715. Seu coração é o Clos des Goisses: um vinhedo murado de 5,5 hectares em Mareuil, com solo calcário e inclinação de 45°. Seus vinhedos de 20 hectares, todos classificados como Grand Cru ou Premier Cru, são cuidados com poda manual e aragem por tração animal. Pioneira em indicar a data de dégorgement e a base da safra, a casa reafirma seu compromisso com a transparência e o terroir.

#

A Clarets recebeu reposição de toda a linha de champagnes Philipponnat, produtor entre os mais antigos da região com his...
08/06/2026

A Clarets recebeu reposição de toda a linha de champagnes Philipponnat, produtor entre os mais antigos da região com história que remonta a 1522. Reconhecida há séculos por sua excelência, a casa teve a prestigiada distinção de fornecer seus vinhos para a corte de Luís XIV durante o auge de seu reinado, entre 1643 e 1715.

O coração da produção está no Clos des Goisses, vinhedo murado de 5,5 hectares em Mareuil — uma joia de solo calcário, inclinação de 45° e face sul. No dialeto local, Goisses significa encosta íngreme, e o nome diz tudo sobre o caráter singular desse terroir. Ao todo, Philipponnat possui cerca de 20 hectares de vinhedos, todos classificados como Grand Cru ou Premier Cru na área de Mareuil-sur-Aÿ.

No vinhedo, a abordagem é a mais natural possível: capina e poda manuais, aragem com tração animal para preservar o perfil original do solo. Na adega, os vinhos de reserva permanecem em barricas de carvalho pelo processo de solera — um blend de uvas de diferentes safras que forma a base do Champagne. Depois de prontos, os rótulos envelhecem entre três e onze anos em caves.

"Philipponnat foi a primeira champanharia a indicar o ano predominante da safra em seus blends non-vintage — e a data de seu dégorgement."

Um pioneirismo que diz muito sobre a casa: rigorosa, transparente e comprometida com a expressão fiel do terroir. Desde o século XVI, cada geração da família construiu e manteve uma reputação que permanece viva — e efervescente — até hoje.

A Clarets recebeu reposição dos vinhos do Domaine Drouhin-Laroze, produtor entre os mais tradicionais da Borgonha, com 1...
02/06/2026

A Clarets recebeu reposição dos vinhos do Domaine Drouhin-Laroze, produtor entre os mais tradicionais da Borgonha, com 11,5 hectares distribuídos entre alguns dos mais importantes Premier e Grand Crus da Borgonha — incluindo Clos Vougeot, Chambertin-Clos de Bèze e Bonnes Mares.

A história do domaine remonta a 1850, quando Jean-Baptiste Laroze estabeleceu um vinhedo em Gevrey-Chambertin. O lado Drouhin chegou em 1919, com o casamento de Alexandre Drouhin e Suzanne Laroze. Hoje, Philippe Drouhin conduz a propriedade ao lado dos filhos Caroline e Nicolas — a sexta geração da família. Cada geração investiu nas encostas, uma aposta visionária e arriscada que, ao longo de um século, consolidou o domaine como referência em diversidade e qualidade. Notável: 46% de todo o vinhedo da propriedade é classificado como Grand Cru.

No vinhedo, o uso de fertilizantes químicos é evitado e os rendimentos são rigorosamente controlados. Na adega, os Grand Crus envelhecem em alta proporção de barricas novas de carvalho; os demais vinhos recebem no mínimo 50% de carvalho novo. Nenhum vinho é filtrado ou clarificado antes do engarrafamento.

"Seis gerações de escolhas visionárias — e 46% de Grand Cru para mostrar que valeram a pena."

O resultado são vinhos de grande profundidade e precisão, que traduzem com fidelidade o caráter singular de cada parcela e o legado de uma família que apostou no melhor da Borgonha quando poucos ousavam fazê-lo.

A Clarets lança no Brasil os vinhos do Domaine Boisson Frère & Soeur, projeto que reúne Anne e Pierre Boisson — herdeiro...
01/06/2026

A Clarets lança no Brasil os vinhos do Domaine Boisson Frère & Soeur, projeto que reúne Anne e Pierre Boisson — herdeiros de um legado construído por seu pai, Bernard Boisson-Vadot, que transformou a propriedade em um nome de peso na Côte de Beaune nos anos 1990. Com a aposentadoria de Bernard em 2016, os 10 hectares foram divididos entre os irmãos, que passaram a vinificar sob seus próprios rótulos: Anne Boisson e Pierre Boisson.

O processo é um verdadeiro trabalho de ourivesaria — triagem meticulosa das uvas colhidas à mão, seguida de longo envelhecimento sobre as borras finas, sem atalhos nem improvisos. Vinificando sob rótulos próprios, eles mantêm o cuidado com as vinhas velhas das décadas de 1940 e 1950. Constantemente comparada ao lendário Domaine Coche-Dury por revistas como a The Wine Advocate, a nova geração dita o estilo cult da casa através de uma triagem rigorosa e paciente estágio sobre as borras.

"Do vinhedo à garrafa, um trabalho de ourivesaria — sem margem para improvisos ou atalhos."

Juntos e separados ao mesmo tempo, Anne e Pierre representam a fusão entre tradição e uma nova geração que sabe exatamente o que quer dizer com cada garrafa.

A Clarets lança no Brasil os vinhos do Girolamo Russo, projeto do Monte Etna conduzido por Giuseppe Russo.  Pianista de ...
27/05/2026

A Clarets lança no Brasil os vinhos do Girolamo Russo, projeto do Monte Etna conduzido por Giuseppe Russo. Pianista de formação, Giuseppe retornou à casa da família após a morte inesperada do pai, em 2005, para assumir 15 hectares de vinhas centenárias na encosta norte do Etna.

Cultivadas organicamente nas antigas sciare — fluxos de lava de composição mineral variada — as vinhas antigas estão na encosta norte do Etna, ao redor de Passopisciaro, incluindo parcelas das famosas contrade — as localidades históricas da região. Algumas dessas vinhas têm mais de 100 anos e variam em composição mineral e perfil de solo. A rocha vulcânica se decompõe lentamente, permitindo que as raízes penetrem em profundidade, enquanto bolsas subterrâneas retêm água para manter as vinhas hidratadas durante os verões quentes. Toda a DOC Etna está acima de 500 metros de altitude — um fator que contrabalança a latitude e cria um mesoclima de frescor surpreendente.

A uva principal é a Nerello Mascalese — uma descoberta fascinante para os amantes de Pinot Noir e Nebbiolo. Ela produz tintos de impressionante sutileza e estrutura, agradáveis quando jovens e ainda melhores após alguns anos de guarda. O portfólio inclui o A’Rina, vinho de propriedade elaborado com uvas das vinhas mais jovens, e quatro vinhos de contrade únicas: Feudo, Calderara Sottana, Feudo di Mezzo, San Lorenzo e o iconico San Lorenzo Piano delle Colombe. Giuseppe produz ainda dois Etna Bianco, feitos principalmente com Carricante.

“Para os amantes de Pinot Noir e Nebbiolo, a Nerello Mascalese do Etna é uma descoberta fascinante — sutileza, estrutura e um terroir vulcânico sem igual.”

Giuseppe restaurou a antiga adega sob sua casa e devolveu às vinhas do pai o cuidado que elas merecem. O que começou como um dever tornou-se uma vocação — e os vinhos do Girolamo Russo são hoje uma das expressões mais puras e singulares do Etna.

A Clarets recebeu reposição dos Champagnes Clandestin, projeto criado pelo borgonhês Benoît Doussot que explora os terro...
25/05/2026

A Clarets recebeu reposição dos Champagnes Clandestin, projeto criado pelo borgonhês Benoît Doussot que explora os terroirs do sul de Champagne com rigor e autenticidade.

Localizada em Landreville, no departamento de Aube, Clandestin oferece uma originalidade rara e uma autenticidade regional singular. O nome — que significa escondido ou secreto — faz referência à origem deste Champagne: um borgonhês que explora os terroirs do sul da região em busca das parcelas ideais. Benoît seleciona Pinot Noir de solos kimmeridgianos com exposições distintas — Boreal (Norte) e Austral (Sul) — e Chardonnay de solos portlandianos.

"Um borgonhês no sul da Champagne, em busca das parcelas que ninguém vê — mas todos sentem."

Os vinhos são engarrafados sem adição de dosagem, permitindo que o terroir se expresse plenamente. O resultado são Champagnes de bela mineralidade, assemblage equilibrado e precisão — que seduzem os puristas e revelam, garrafa a garrafa, o segredo de Aube. Colheitas com maturação perfeita resultam em Champagnes entre os mais aclamados da atualidade, reconhecidos pela mineralidade e precisão.

A Clarets representa o Domaine Jean-Claude Ramonet  um dos grandes nomes de Chassagne-Montrachet, referência incontornáv...
22/05/2026

A Clarets representa o Domaine Jean-Claude Ramonet um dos grandes nomes de Chassagne-Montrachet, referência incontornável na interpretação clássica e precisa dos terroirs da Borgonha. Este conjunto revela duas expressões complementares de seu domaine: o Chassagne-Montrachet, proveniente de vinhas plantadas em 1972 sobre solos de calcário Jurássico, apresenta um branco de rara concentração para a categoria, onde frutas brancas, cítricos e sutis notas de carvalho se integram a uma acidez firme, textura refinada e final longo e preciso; já o Premier Cru “Boudriotte”, da parcela leste de Morgeot, traduz a safra 2022 com maior profundidade e tensão, combinando pera fresca, amêndoas, madressilva e mel de acácia sobre uma mineralidade luminosa e persistente, em um conjunto de elegância silenciosa e extraordinária precisão.

A Clarets recebeu a safra 2022 dos vinhos do Domaine Jean-Claude Ramonet, produtor referência absoluta da comuna de Chas...
20/05/2026

A Clarets recebeu a safra 2022 dos vinhos do Domaine Jean-Claude Ramonet, produtor referência absoluta da comuna de Chassagne-Montrachet e considerado um dos melhores produtores de vinhos brancos de todos os tempos. Fundado no final dos anos 1920 por Pierre Ramonet, o domaine é hoje administrado pelo seu neto, Jean-Claude. As parcelas começaram a ser adquiridas em 1934 e hoje o produtor cultiva 15 hectares de vinhas divididos em 24 denominações, incluindo os 1er Cru e Grand Crus mais cobiçados da região. O rigor é total em todas as gamas, desde os vinhos regionais até aos mais prestigiados rótulos, resultando em vinhos que estão entre os mais cultuados do mundo.

Endereço

Rua Frei Caneca, 558 Cj 2503
São Paulo, SP
01307000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Clarets posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Clarets:

Compartilhar