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Analitica Latin America Feira Internacional de Tecnologia para Laboratórios, Análises, Biotecnologia e Controle de Qualida

A próxima edição já tem data marcada: 23 a 25 de setembro de 2025. Para mais informações sobre o evento, baixe o APP oficial através desse link: https://portalnmb.com.br/app-nmb-feiras/.

23/10/2026

A data de validade indicada no rótulo é uma referência essencial. Mas o que acontece com um reagente depois que a embalagem é aberta?

Será que existe uma regra única para definir por quanto tempo todo reagente pode ser utilizado após a abertura?

No vídeo, abordamos alguns dos principais pontos que os laboratórios devem observar nesse controle. Confira!

Fonte: Revista Analytica

22/10/2026

Após 11 anos, a ISO 9001 ganha uma nova edição, com mudanças que reforçam liderança, cultura da qualidade, comportamento ético e alinhamento à estratégia.

Confira as principais mudanças, o que permanece igual e outras informações importantes para preparar a transição.

Fontes: ISO e ANBT

21/10/2026

As violações mais citadas pela OSHA (Occupational Safety and Health Administration) abrangem diferentes setores de atividade nos Estados Unidos, mas vários dos riscos recorrentes também fazem parte da rotina dos laboratórios.

Produtos químicos, manutenção de equipamentos, EPIs, proteção de máquinas e treinamento mostram que segurança não depende apenas da existência de normas e procedimentos. Ela exige revisão constante da forma como o trabalho realmente acontece.

Mais do que olhar para a lista como um ranking, vale usá-la como ponto de partida para identificar vulnerabilidades antes que elas resultem em incidentes.

Onde estão hoje os principais pontos de atenção no seu laboratório?

Fonte: Lab Manager | National Safety Council

Como a inteligência artificial pode contribuir para a qualidade de uma mamografia? No Hospital de Amor, em Barretos (SP)...
21/10/2026

Como a inteligência artificial pode contribuir para a qualidade de uma mamografia?

No Hospital de Amor, em Barretos (SP), uma nova tecnologia será incorporada para aprimorar as imagens que orientam a avaliação médica. A instituição será a primeira do Brasil a receber o Pristina™ Recon DL, da GE HealthCare.

Aprovada pela Anvisa, a solução utiliza inteligência artificial na reconstrução de imagens de mamografia 2D sintética e tomossíntese 3D. Com imagens até 60% mais nítidas*, a proposta é facilitar a observação de detalhes e alterações sutis, inclusive em mamas densas. A análise dos exames e a definição dos próximos passos continuam a cargo dos profissionais de saúde.

O recurso chegará por meio de uma atualização em um mamógrafo já utilizado pelo hospital. Assim, a instituição poderá incorporar novas capacidades ao atendimento pelo SUS aproveitando a estrutura existente.

Anunciada durante o Outubro Rosa, a iniciativa lembra que conscientização, acesso a exames que auxiliem a detecção precoce e acompanhamento médico precisam fazer parte do mesmo cuidado.

*Segundo dados técnicos da GE HealthCare
Fonte: Saúde Insider

19/10/2026

O que faz uma pessoa reservar alguns dias da agenda para participar de uma feira?

Quando reunimos depoimentos de quem esteve no ABRAFATI SHOW 2025 e na Analitica Latin America, as respostas passam por diferentes motivos.

Tem quem vá para conhecer novas empresas e soluções. Quem aproveite para encontrar produtos para um projeto específico. Quem esteja entrando agora no setor e encontre ali a oportunidade de aprender, perguntar e conhecer muita coisa de uma vez. E também quem participa há décadas porque continua encontrando espaço para apresentar novidades e acompanhar a evolução do mercado.

São setores diferentes e experiências muito particulares, mas alguns pontos aparecem várias vezes: contato direto, conhecimento, relacionamento e acesso ao que está acontecendo naquele mercado.

É isso que os eventos da NürnbergMesse Brasil procuram reunir em um mesmo ambiente: as pessoas, empresas e assuntos que fazem parte do dia a dia e do desenvolvimento de cada setor.

16/10/2026

A história da ciência também é feita de contextos pouco óbvios: um conceito criado em um laboratório mantido por uma cervejaria, uma ideia desenvolvida durante uma viagem de carro e uma pequena fotografia que ajudou a compreender uma das estruturas mais importantes da biologia.

O que essas histórias têm em comum é o que veio depois: observação, experimentação, métodos, dados e muito trabalho científico até que uma ideia pudesse produzir conhecimento.

Neste Dia da Ciência e Tecnologia, revisitamos três curiosidades que mostram que os grandes avanços podem começar nos lugares mais inesperados, mas dependem da ciência para ganhar consistência e transformar o que conhecemos.

Qual dessas histórias você já conhecia?

15/10/2026

À medida que empresas, produtos e processos passam a ser avaliados por sua intensidade de carbono, surge uma questão fundamental: como demonstrar, de forma confiável, que uma solução realmente apresenta emissões menores?

A resposta envolve muito mais do que calcular um número. É preciso estabelecer fronteiras de análise, definir metodologias, conhecer a origem dos dados e garantir rastreabilidade ao longo da cadeia.

Esse desafio ganha importância à medida que certificações, exigências regulatórias e mercados passam a incorporar critérios relacionados às emissões. No Brasil, o próprio sistema de certificação do hidrogênio de baixa emissão, por exemplo, adota a intensidade de gases de efeito estufa com base em análise de ciclo de vida e prevê mecanismos de registro e rastreabilidade.

Nesse cenário, a química analítica participa de uma etapa essencial: produzir dados confiáveis para que atributos ambientais possam ser medidos, comparados e comprovados.

A transição para uma economia de baixo carbono também passa pela capacidade de transformar compromissos ambientais em evidências técnicas.

Leia a matéria completa no Talk Science.
https://www.talkscience.com.br/quimica-analitica/os-desafios-de-comprovar-a-baixa-emissao-de-carbono

13/10/2026

A RDC 978/2025, que estabelece os requisitos para os serviços que executam Exames de Análises Clínicas (EAC), recebeu uma nova atualização com a publicação da RDC 1.043/2026. A própria Anvisa já registra a RDC 978 como alterada pelas RDCs 986/2025 e 1.043/2026.

Desta vez, alguns dos principais pontos estão relacionados à organização dos serviços itinerantes, ao fluxo de materiais biológicos e às atividades da fase pré-analítica.

Postos de Coleta passam a ter novas possibilidades para manter atendimento itinerante, enquanto a norma também detalha condições para coleta, armazenamento, acondicionamento, processamento e transporte das amostras.

A atualização ainda traz pontos de atenção para Consultórios Isolados Tipo II e para a supervisão técnica remota. Ao mesmo tempo, preserva um aspecto fundamental da RDC 978/2025: a ampliação das possibilidades de atendimento não reduz a responsabilidade sobre a qualidade dos exames.

Controle Interno da Qualidade e Ensaio de Proficiência continuam fazendo parte da gestão do Controle da Qualidade e precisam contemplar adequadamente os exames executados por cada serviço.

Para laboratórios e demais serviços de EAC, o momento é de revisar fluxos, responsabilidades e documentos para verificar como as novas disposições se aplicam à realidade de cada operação.

Seu serviço já avaliou os impactos da RDC 1.043/2026 sobre os processos atuais?

09/10/2026

A RDC 1.039/2026 estabelece um novo marco regulatório para laboratórios analíticos que realizam controle de qualidade de produtos e serviços sujeitos à vigilância sanitária.

Uma das principais mudanças é a adoção da ABNT NBR ISO/IEC 17025 como referência central para o Sistema de Gestão da Qualidade. A resolução também reúne, em um único texto, regras de Boas Práticas, habilitação na Reblas e credenciamento para análises fiscais e de controle.

Isso não significa, porém, que todos os laboratórios abrangidos pela RDC precisem obter acreditação pela Cgcre/Inmetro. A exigência geral é demonstrar conformidade com os requisitos aplicáveis da ISO/IEC 17025. A acreditação continua sendo uma forma de reconhecimento formal da competência técnica e também pode ser utilizada para comprovar a implantação do sistema no processo de habilitação na Reblas.

Para laboratórios que já atendiam à RDC 512/2021, parte dos requisitos não é inteiramente nova. Ainda assim, a adoção direta da ISO amplia ou detalha pontos importantes, como rastreabilidade metrológica, avaliação da incerteza de medição, imparcialidade, análise crítica de contratos e tratamento de trabalhos não conformes.

Por isso, a adequação começa por uma análise de lacunas baseada no escopo real de atuação de cada laboratório, e não apenas pela troca das referências normativas nos procedimentos internos.

A Anvisa também publicou a versão 4 do Guia nº 25 para apoiar a implementação e harmonizar a interpretação dos novos requisitos.

Como o seu laboratório está se preparando para essa transição?

Desde 1º de outubro, a mamografia digital passou a ter cobertura obrigatória pelos planos de saúde quando houver indicaç...
08/10/2026

Desde 1º de outubro, a mamografia digital passou a ter cobertura obrigatória pelos planos de saúde quando houver indicação médica, sem a antiga restrição de idade entre 40 e 69 anos. A mudança aprovada pela ANS permite que a necessidade do exame seja definida a partir da avaliação clínica de cada paciente.

Em pleno Outubro Rosa, a ampliação do acesso é uma notícia importante. Mas ela também abre uma discussão que vai além da realização do exame.

A mamografia faz parte de uma jornada que envolve avaliação de riscos, indicação adequada, qualidade diagnóstica, interpretação dos resultados, comparação com exames anteriores e encaminhamento para investigação ou tratamento quando necessário. A própria tecnologia digital facilita o armazenamento e a comparação das imagens ao longo do acompanhamento.

Também é importante lembrar que a retirada da restrição de idade da cobertura não significa que a mamografia deva ser realizada rotineiramente em qualquer idade. A indicação continua dependendo do perfil, dos fatores de risco, dos sintomas e da avaliação médica.

O Outubro Rosa está começando, e a campanha reforça justamente essa visão mais abrangente: ampliar o acesso ao diagnóstico é fundamental, mas transformar esse acesso em cuidado efetivo exige integração entre tecnologia, profissionais e acompanhamento da paciente.

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