17/08/2026
Mais de 500 variedades de oliva. Só na Itália 🫒🇮🇹
Da Taggiasca ligure, trazida séculos atrás pelos monges da Abadia de Lérins, até a gigante Bella di Cerignola da Puglia — hoje DOP com o nome Bella della Daunia. Da Nocellara del Belice siciliana, primeira DOP italiana de azeitona de mesa (1998), à Ascolana del Piceno das Marche, a única pensada especificamente pra ser frita e recheada. Sem esquecer a pequena e intensa oliva di Gaeta, do Lazio.
Cada uma tem seu próprio território, sua própria história e seu próprio método de preparo: em salmoura, sob azeite, esmagada com temperos ou seca ao sol.
E tem um detalhe curioso: a Itália produz cerca de 77 mil toneladas de olive da tavola por ano, mas consome quase o dobro — 149 mil toneladas. Mesmo assim, ainda exporta cerca de 36 mil toneladas pro mundo inteiro. Prova de que o valor está na técnica de seleção e transformação, não só na quantidade produzida.
Qual dessas variedades você já provou? Comenta aqui embaixo! 👇
Mais de 500 variedades de oliva. Só na Itália 🫒🇮🇹
Da Taggiasca ligure, trazida séculos atrás pelos monges da Abadia de Lérins, até a gigante Bella di Cerignola da Puglia — hoje DOP com o nome Bella della Daunia. Da Nocellara del Belice siciliana, primeira DOP italiana de azeitona de mesa (1998), à Ascolana del Piceno das Marche, a única pensada especificamente pra ser frita e recheada. Sem esquecer a pequena e intensa oliva di Gaeta, do Lazio.
Cada uma tem seu próprio território, sua própria história e seu próprio método de preparo: em salmoura, sob azeite, esmagada com temperos ou seca ao sol.
E tem um detalhe curioso: a Itália produz cerca de 77 mil toneladas de olive da tavola por ano, mas consome quase o dobro — 149 mil toneladas. Mesmo assim, ainda exporta cerca de 36 mil toneladas pro mundo inteiro. Prova de que o valor está na técnica de seleção e transformação, não só na quantidade produzida.
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