Demétrios Gaúcho

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Agende seu evento fogo de chão!!! .77 o seu local de eventos.
10/03/2026

Agende seu evento fogo de chão!!! .77 o seu local de eventos.

24/02/2026

Pra esta noite uma oração!!! Pra esta noite um reconhecimento sobre amor incondicional, sobre coragem, sobre uma menina se tornando mulher. Obrigado nossa família é perfeita com você zelando pelo nosso lar. Te amo!!!

Antes das brigas,antes dos advogados,antes das disputas,ela estava lá.Era chamada quando precisava.Era confiança quando ...
23/02/2026

Antes das brigas,
antes dos advogados,
antes das disputas,
ela estava lá.

Era chamada quando precisava.
Era confiança quando faltava tempo.
Era colo quando o mundo apertava.
Era presença silenciosa enquanto os adultos resolviam a vida.

Ela ajudou a criar.
A cuidar.
A sustentar rotina, afeto e segurança.

Mas quando o conflito chegou,
ela deixou de ser ponte
e passou a ser descartada.

Não porque errou.
Não porque fez mal.
Mas porque amar demais virou ameaça.

Avós não entram em guerra.
Mas sangram nela.

Sangram quando são afastadas sem explicação.
Sangram quando o silêncio substitui o abraço.
Sangram quando percebem que o amor que sempre serviu agora incomoda.

Ninguém pergunta como ela se sente.
Ninguém mede o impacto dessa ausência.
Mas o coração sente.
E sente muito.

A dor da avó é dupla:
ela sofre por não ver os netos, por ser afastada em meio ao conflito de pais adultos, e ela também sofre por ver o filho sendo ferido ao ser afastado do direito de convivência igualitária.

E mesmo assim, ela continua amando.
Em silêncio.
Esperando.
Com o mesmo coração aberto de sempre.

Porque avó não disputa.
Avó não manipula.
Avó ama.

E amor excluído também machuca.

“…ela está lá, esperando que um dia a justiça divina seja feita, porque vó é o amor puro é amor sagrado!!! Descartar uma vó, demonstra muito sobre caráter, essência humana, sobre saber reconhecer a importância humana.”

Existe uma violência silenciosa que quase ninguém quer enxergar.Ela não deixa marcas no corpo, mas deixa feridas profund...
16/02/2026

Existe uma violência silenciosa que quase ninguém quer enxergar.

Ela não deixa marcas no corpo, mas deixa feridas profundas na alma de uma criança.

É quando o direito de um pai conviver de forma igualitária com seu filho é tratado como concessão, como favor,
como algo que pode ser negado por estratégia.

Não é sobre adultos.
É sobre crianças crescendo aprendendo que pai é opcional.
Que presença pode ser cortada.
Que vínculo pode ser negociado.

QUE AMOR PODE VIRAR AGENDA!!!

Quando uma mãe ou o sistema impede a convivência equilibrada, nao está protegendo. Está decidindo sozinha o que uma criança pode ou não viver.

E quando advogados transformam afeto em tese e vínculo em disputa,
o que se perde não é um processo —
é a infância.

Pai não é visita.
Pai não é ameaça.
Pai não é descartável.

Convivência igualitária não é privilégio.
É direito da criança.

E toda vez que esse direito é negado,
alguém vai chamar isso de “cuidado”.
Mas o tempo vai chamar de ausência.

Que a gente tenha coragem de refletir
antes de normalizar a exclusão de quem só quer estar presente.

Em que momento lutar pelo certo, virou errado?

A justiça até pode ser cega, mas Deus não é. Se Deus fosse advogado se Deus fosse juíz tenho certeza que ele estaria do lado das crianças e seus direitos de igualdade afetiva materna e paterna.

Pai também ama!!!
Pai também sofre!!!
Pai é ser humano!!!

Nada machuca mais uma criança
do que perceber que o pai quer estar
e alguém decide que ele não pode.

Chamam isso de proteção.
Chamam isso de zelo.
Chamam isso de estratégia jurídica.

Mas na prática, é exclusão.

Se você chegou até aqui e ainda acha que um pai lutar pelo direito de convivência igualitária é errado. Preciso te dizer “isso revela muito mais o tipo de ser humano que você é do que pode imaginar.”

Hoje não perdemos no jurídico.Perdemos no humano.Hoje meu filho começaria uma nova etapa.Uma escola perto de mim.Uma rot...
09/02/2026

Hoje não perdemos no jurídico.
Perdemos no humano.

Hoje meu filho começaria uma nova etapa.
Uma escola perto de mim.
Uma rotina de cuidado, presença e construção.
Hoje ele viria morar comigo.

Mas isso não aconteceu.

E quando uma criança deseja estar com o pai, quando existe estrutura, planejamento e amor, e ainda assim esse desejo é negado, a derrota não é processual — ela é moral.

Dói porque não é sobre mim.
Nunca foi.
É sobre um menino que queria tentar.
É sobre o direito de conviver.
É sobre um abraço apertado e um choro compulsivo.
É sobre crescer sabendo que pai não é visita.

Hoje eu vi tristeza onde deveria haver esperança. Vi frustração onde deveria haver incentivo.
E vi, mais uma vez, que lutar pelo direito de ser pai no Brasil
ainda exige resistência.

Mas que fique claro: essa não é uma desistência.
É só a primeira batalha.

A luta continua porque amor não cansa.
A luta continua porque pai não abandona.
A luta continua porque vínculo não prescreve.

Eu sigo em pé.
Por ele.
Sempre por ele.

Se você é pai separado, esse texto é pra você. Não cometa os mesmos erros meus. “EU PERDI UM TEMPO QUE NÃO VOLTA” e isso...
25/01/2026

Se você é pai separado, esse texto é pra você. Não cometa os mesmos erros meus. “EU PERDI UM TEMPO QUE NÃO VOLTA” e isso precisa servir de alerta.
Eu fui impedido de tirar meu filho da casa da mãe nas visitas.
Fui impedido de pernoitar com ele até completar 1 ano de idade.

Na época, eu aceitei.
Não porque concordava.
Mas porque me disseram que era “assim mesmo”.
Que era “pro bem do bebê”.
Que pai tinha que “ter paciência”.
Concordei pelo respeito que tinha a história vivida em a mãe, por achar que apesar de separados podíamos ser amigos e conviver com respeito e dignidade, pelo bem de nossos maiores tesouros “os filhos”.

Eu fiquei quieto.
E o silêncio custou caro.

Enquanto eu esperava, meu filho crescia.
Aprendeu a dormir sem mim.
A acordar sem mim.
A viver uma rotina onde eu era presença parcial.

Esse tempo não volta.
Nenhuma decisão futura devolve isso.

Hoje eu sei — e dói saber tarde —
que nada disso era exigência da lei.

📜 A Constituição (art. 227) garante à criança convivência familiar com pai e mãe.
📜 O ECA (art. 19) assegura esse direito desde o nascimento.
📜 O Código Civil (arts. 1.583 e 1.589) não cria pai visitante.

A lei nunca disse que eu não podia pegar meu filho.
Nunca disse que ele precisava f**ar só na casa da mãe.
Nunca disse que pernoite tinha idade mínima. Um perdi um ano da vida de meu recém nascido.

O que a lei pede é adaptação.
Nunca exclusão.

O que aconteceu comigo não foi proteção. Foi afastamento disfarçado de cuidado.

Por isso, se você é pai de primeira viagem e está se separando, escuta isso com o peso que merece:

👉 Informe-se antes de ceder.
👉 Não aceite acordos baseados em medo ou mito.
👉 Não confunda “evitar conflito” com fazer o certo.
👉 Não aceite o ciúmes de mãe ser usado de argumentos e cuidados ao bebê.

Porque o vínculo que não se constrói no começo deixa falta depois.

Pai não é visita.
Bebê não é posse.
Criança é sujeito de direito.

E o direito do seu filho ao pai
não pode esperar você se arrepender.

Muitos pais e até alguns profissionais da área jurídica de todo canto do Brasil, tem me mandado mensagem e uma coisa é c...
15/01/2026

Muitos pais e até alguns profissionais da área jurídica de todo canto do Brasil, tem me mandado mensagem e uma coisa é consenso silencioso:
quando um casamento termina, o pai costuma ser o elo mais fraco da relação com os filhos.

E não porque a lei diga isso.
Mas porque o sistema ainda age como se dissesse.

A legislação brasileira afirma que pai e mãe são iguais. Lei 13.058/2014.
A guarda compartilhada é regra.
O melhor interesse da criança deve estar acima de disputas pessoais.

Mas, na prática, muitos pais continuam sendo tratados como coadjuvantes da própria paternidade.

A residência quase sempre f**a com a mãe. A rotina se constrói sem o pai.
As decisões acontecem sem sua presença. E a convivência vira concessão — não direito.

O pai precisa provar que é capaz.
A mãe parte do pressuposto de que é.

Isso não está escrito na lei.
Está enraizado na cultura.
E em uma sociedade fraca intelectualmente.

Durante décadas, ensinaram que cuidar é função materna e prover é função paterna.
Mas o mundo mudou.
Os pais mudaram.
E a Justiça precisa mudar junto.

Pai não é visita.
Pai não é fim de semana.
Pai não é plano B emocional.

Pai é vínculo.
É referência.
É presença diária — ou deveria ser.

Quando um pai luta para estar mais perto do filho, não é contra a mãe.
O objetivo não deve ofender ou dizer que a mãe é uma mãe ruim. Não cabe ao pai expressar sentimentos de Ex-Marido, cabe ao pai lutar por seus direitos e a favor da criança.

Porque criança não perde quando convive com o pai.
Criança perde quando é afastada dele.

Ouvir a criança não é dar a ela o peso da decisão.
É respeitar sua existência emocional.
É reconhecer que sentimentos ignorados viram feridas silenciosas.

Esse manifesto não é sobre guerra entre gêneros.
É sobre equilíbrio.
É sobre responsabilidade compartilhada.
É sobre romper um sistema que ainda enxerga o pai como auxiliar, quando ele é essencial.

A paternidade não termina com a separação.
E não pode ser limitada por decisões baseadas em costumes antigos.

A lei já evoluiu.
Agora falta o sistema acompanhar.

Porque ser pai não é um privilégio.
É um direito.
E, acima de tudo, é um dever que merece ser exercido plenamente.

A pergunta que os pais que lutam pelos filhos sempre é: Existe idade para a criança ser ouvida?A resposta jurídica corre...
14/01/2026

A pergunta que os pais que lutam pelos filhos sempre é:
Existe idade para a criança ser ouvida?
A resposta jurídica correta é: NÃO existe uma idade fixa na lei.
O que existe é progressão de peso conforme a idade, maturidade e contexto emocional da criança.

Vou explicar de forma técnica, clara e responsável, de quem vive o dia a dia desta luta.

Conforme: ECA, art. 28, §1º - Sempre que possível, a criança ou adolescente será ouvido e sua opinião considerada, respeitado seu grau de desenvolvimento. A lei fala em capacidade de compreensão, não em idade cronológica.

Na prática, este é o resumo.

Até 6 anos
• Escuta indireta e técnica
• Observação de comportamento, vínculo, rotina
• Peso jurídico baixo, mas existente
• Fala analisada via psicólogo/assistente social

Ou seja a criança não verbaliza decisões, mas expressa emoções e segurança.

Entre 7 e 9 anos
• Escuta técnica estruturada
• A criança já consegue expressar preferências
• O desejo começa a ter relevância jurídica
• Nunca decide sozinha

Aqui o Judiciário passa a olhar com atenção para:
• Coerência do discurso
• Ausência de indução
• Compatibilidade com o interesse superior

Entre 10 e 12 anos
• Peso jurídico signif**ativo
• Desejo reiterado e consistente importa muito
• Laudos psicológicos têm forte influência
• Mudanças de residência podem ser consideradas

IMPORTANTE: Ignorar a vontade aqui exige justif**ativa técnica forte.

A partir dos 12 anos (adolescência)

ECA, art. 100, parágrafo único, XII

Deve ser respeitada a opinião da criança e do adolescente, considerando sua condição de pessoa em desenvolvimento.

• A vontade passa a ter alto peso jurídico
• O juiz dificilmente decide contra, salvo risco claro
• O adolescente não escolhe sozinho, mas sua voz é central

A jurisprudência trata a partir dos 12 como quase determinante, salvo exceções.

Resumo: Pai existe luz no fim do túnel. Não desista, não importa o que os outros pensam sobre o assunto, acham ou deixam de achar. O importante aqui é você lutar pelo

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Santa Rosa, RS

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