06/09/2026
⚠️ ATENÇÃO: IMAGENS FORTES NOS VÍDEOS DESTA PUBLICAÇÃO.
ATÉ QUANDO O PRODUTOR RURAL VAI FICAR À MERCÊ DA CRIMINALIDADE?
Quem vive no campo sabe o que existe por trás de cada animal criado. São anos de trabalho, investimento, genética, manejo, dedicação e, acima de tudo, paixão pela criação e pelos animais.
Hoje encontramos três vacas Braford da Cabanha Jobim abatidas e carneadas dentro da nossa propriedade. Uma prenhe, uma com terneiro ao pé e uma novilha. Criminosos invadiram o campo durante a noite, mataram os animais e levaram a carne.
E não é a primeira vez.
Em 2023, duas éguas nossas foram mortas e carneadas da mesma forma. Agora, três vacas. E ainda encontramos outras duas baleadas, mas vivas.
É difícil descrever a sensação de chegar ao campo e encontrar animais que criamos dessa maneira.
Não é apenas o prejuízo financeiro. É a invasão da propriedade, a violência, a crueldade e a sensação de insegurança.
O produtor rural trabalha, gera emprego, produz alimento, paga impostos, investe, cuida da terra e dos seus animais. O mínimo que pode exigir do Estado é segurança.
Quem pratica um crime desses não está simplesmente furtando carne. Invade uma propriedade, utiliza arma de fogo, mata animais e deixa para trás medo, tristeza e indignação.
E existe ainda outra questão que precisa ser enfrentada: para onde vai a carne proveniente desse tipo de crime? Enquanto houver mercado para carne de origem clandestina, haverá incentivo para que esses crimes continuem acontecendo.
Não queremos privilégio. Queremos poder produzir e cuidar dos nossos animais sem a sensação de que, durante a madrugada, criminosos podem entrar em nossas propriedades e fazer o que quiserem.
Não estamos pedindo favor. Estamos cobrando segurança.
Segurança para nossas famílias.
Segurança para nossos funcionários.
Segurança para nossos animais.
Segurança para quem produz.
O campo não pode ser terra sem lei.
Precisamos de investigação, fiscalização e presença efetiva do Estado no meio rural.
Hoje foi na Cabanha Jobim. Amanhã pode ser em qualquer propriedade rural.
CHEGA DE IMPUNIDADE.
CHEGA DE INSEGURANÇA NO CAMPO.