10/08/2026
No segundo episódio do PsicoPastas, a conversa foi sobre uma coisa que nem sempre aprendemos a fazer: pedir ajuda.
Na infância do Paschoal, mostrar fragilidade não era uma possibilidade. Naquela época os filhos eram criados para trabalhar, então tinha pouco espaço para dizer que estava difícil, que precisava de alguém ou que não sabia como resolver alguma coisa, e quando crescemos aprendendo que precisamos dar conta de tudo sozinhos, pedir ajuda pode parecer fraqueza.
Mas não é! Reconhecer os próprios limites também é uma forma de maturidade, saber que, em determinados momentos, precisamos de alguém para nos ouvir, orientar ou simplesmente caminhar ao nosso lado faz parte da vida.
Na cozinha, farinha e ovo parecem apenas ingredientes separados. Quando misturados, trabalhados e transformados, ganham outra forma.
Na terapia, acontece algo parecido. Chegamos com pedaços da nossa história, sentimentos, dúvidas, conflitos e experiências que nem sempre conseguimos organizar sozinhos.
O psicólogo não m***a a vida do paciente por ele, mas ajuda a juntar essas partes, olhar para elas com mais clareza e pensar sobre os caminhos possíveis.
Pedir ajuda também pode ser uma maneira de continuar caminhando.
E você, aprendeu a pedir ajuda ou aprendeu a dar conta de tudo sozinho?