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Com alegria e a satisfação de conhecer um pouco mais a nossa história e locais repletos de estórias

With joy and the satisfaction of knowing a little more our history and places full of stories

21/10/2025
24/06/2025

Sendo hoje véspera de dia de São João, partilhamos a “Cabeça relicário de São João Batista”, uma escultura que guarda relíquias raras e simbolismos.

🏛️ Venha descobrir esta peça e a história que ela traz no nosso museu.

👉 Saiba mais e visite-nos: https://shorturl.at/MCJBb

20/05/2025

𝟙𝟘 ℂ𝕦𝕣𝕚𝕠𝕤𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖𝕤 𝕊𝕠𝕓𝕣𝕖 ℙ𝕠𝕣𝕥𝕦𝕘𝕒𝕝 𝕊𝕒𝕓𝕚𝕒 ℚ𝕦𝕖?🇵🇹

-Portugal é o 12º país mais antigo do mundo.

-Portugal pertence geograficamente a três continentes.

-95% de Portugal é água.

-A ponte Vasco da Gama é a maior da Europa ocidental

-A livraria mais antiga do mundo é portuguesa.

-Sintra foi o primeiro lugar classificado como Património Mundial na categoria de Paisagem Cultural.

-Portugal produz 50% da cortiça de todo o mundo.

-A maior e mais bem conservada mancha de floresta Laurissilva encontra-se na Madeira.

-As areias do Porto Santo têm propriedades medicinais.

-A maior onda alguma vez surfada foi na praia do Norte, na Nazaré.

12/04/2024

MOMENTO CURIOSIDADE
Vamos lá...
Na Idade Média, não havia escovas de dente, perfumes, desodorantes e muito menos papel higiênico. Excremento humano era jogado das janelas do palácio.
Num dia de festa, a cozinha do palácio podia preparar um banquete para 1500 pessoas, sem a mínima higiene.
Nos filmes de hoje, vemos pessoas daquela época se sacudindo ou se abanando.
A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam sob as saias (feitas de propósito para conter o cheiro das partes íntimas, já que não havia higiene). Também não era costume tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água corrente.
Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, dissipar o mau cheiro que o corpo e a boca exalavam, além de afugentar os insetos.
Quem esteve em Versalhes admirou os imensos e belos jardins que, naquela época, não eram apenas contemplados, mas serviam de banheiro nas famosas baladas promovidas pela monarquia, por não haver banheiros.
Na Idade Média, a maioria dos casamentos acontecia em junho (para eles, o início do verão). O motivo é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; então, em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Porém, como alguns cheiros já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores perto do corpo para disfarçar o fedor. Daí a explicação da origem do buquê de noiva.
Os banhos eram feitos em uma única banheira enorme cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho em água limpa. Então, sem trocar a água, os demais chegaram à casa, por ordem de idade, mulheres, também por idade e, por fim, filhos. Os bebês eram os últimos a se banhar.
As vigas de madeira, que sustentavam os telhados das casa, eram o melhor lugar para os animais, cachorros, gatos, ratos e besouros, se aquecerem. Quando chovia, as goteiras obrigavam os animais a pularem no chão.
Quem tinha dinheiro tinha chapas de lata. Certos tipos de alimentos oxidam o material, fazendo com que muitas pessoas morram de envenenamento. Os hábitos de higiene da época eram terríveis. Os tomates, por serem ácidos, foram considerados venenosos por muito tempo, as xícaras de lata eram usadas para beber cerveja ou uísque; essa combinação às vezes deixava o indivíduo "no chão" (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura de bebida alcoólica com óxido de estanho).
Alguém andando na rua pensaria que ele estava morto, então eles recolhiam o corpo e se preparavam para o funeral. Em seguida, o corpo era colocado na mesa da cozinha por alguns dias e a família observava, comia, bebia e esperava para ver se o morto acordava ou não.
A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia um lugar para enterrar todos os mortos. Os caixões foram então abertos, os ossos removidos, colocados em ossários e a tumba foi usada para outro cadáver. Às vezes, ao abrir os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas internas, indicando que o morto havia, de fato, sido enterrado vivo.
Assim, ao fechar o caixão, surgiu a ideia de amarrar uma alça do pulso do falecido, passando-a por um orifício feito no caixão e amarrando-a a uma campainha. Após o enterro, alguém foi deixado de plantão ao lado do túmulo por alguns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria soar a campainha. E seria "salvo pelo gongo", que é uma expressão popular que usamos até hoje.

08/04/2024

O Mito da Caverna é um dos textos filosóficos mais lidos de todos os tempos, extraído do clássico de Platão, A República, narra um diálogo entre o irmão de Platão, Glauco, e Sócrates, seu mentor, tratando-se de um permanente convite à reflexão.

É uma poderosa metáfora que explora a natureza do conhecimento, da realidade e da jornada filosófica em direção à iluminação, sendo uma das passagens mais conhecidas e influentes da história da filosofia.

No Mito da Caverna, Platão descreve um grupo de prisioneiros acorrentados em uma caverna desde o nascimento, com suas cabeças voltadas para a parede do fundo.

Eles nunca viram o mundo exterior e acreditam que as sombras projetadas na parede pelas figuras que passam são a única realidade. O mito simboliza a jornada do homem em busca da verdade e do conhecimento.

Os prisioneiros representam a condição humana de ignorância e ilusão, presos em uma realidade superficial e enganosa. O prisioneiro que é libertado e se eleva acima da caverna representa o sábio/filósofo que busca a verdade além das aparências e das convenções sociais.

Essa alegoria destaca a importância do questionamento, da reflexão crítica e da busca por conhecimento para alcançar uma compreensão mais profunda da realidade. Ela nos convida a questionar nossas percepções e crenças, e a nos libertarmos das limitações impostas pela sociedade e pela ignorância, em busca de uma verdade mais essencial e significativa.

O Mito da Caverna de Platão continua a ser uma metáfora poderosa e relevante, nos lembrando da importância do pensamento crítico, da busca da sabedoria e da expansão do nosso entendimento do mundo ao nosso redor.

10/03/2024

Dia 9 de Março , os Amuteiros percorreram varias ruas de Coimbra, que irei, outro dia, comentar.✨️☺️
Hoje as minhas pesquisas foram para Inês de Castro.

Sabia que:

Os túmulos de D. Pedro I e de D. Inês de Castro encontram-se no Mosteiro de Alcobaça? Foi sepultada em S. Clara, mas depois foi trasladada para Alcobaça, porquê?

Quem foi Inês de Castro?

Em 1340, D. Pedro I de Portugal casa-se com a princesa castelhana D. Constança Manuel.
Uma das aias que acompanhava D. Constança era Inês de Castro, por quem D. Pedro se apaixonou.
Em 1348-1349, D. Constança morre e então D. Pedro assume mais abertamente o relacionamento com Inês de Castro em terras de Coimbra.

O rei D. Afonso IV (pai de D. Pedro), temia o poderio da família de Inês de Castro e da sua influência na sucessão do infante D. Fernando, filho primogénito e herdeiro de D. Pedro.
No dia 7 de Janeiro de 1355, Inês de Castro, encontrando-se nos Paços de Santa Clara em Coimbra, foi assassinada por Pêro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco, a mando da coroa Portuguesa, sendo sepultada em Coimbra.

D. Pedro sobe ao trono em 1357 e uma das suas primeiras medidas foi mandar coroar Inês de Castro sua rainha (post mortem) e construir um túmulo majestoso.
Em 1360, acabado o túmulo, D. Pedro I ordenou que o colocassem no braço sul do transepto do Mosteiro de Alcobaça e em seguida que trasladassem para lá o corpo de D. Inês
D. Pedro I mandou construir um túmulo semelhante para si próprio, sendo colocado lado a lado esquerdo do de D. Inês. O rei morre em 1367 indo repousar, nessa altura, ao lado da sua amada.

Mas nao podemos esquecer a lenda que diz que D. Inês foi assassinada perto da Fonte dos Amores na Quinta das Lágrimas. A quinta e a citada fonte são célebres por terem sido cenário dos amores do príncipe D. Pedro e da fidalga D. Inês de Castro.

03/03/2024
02/03/2024

Um obrigado especial aos meus novos seguidores! Que entusiasmo poder contar convosco! Deolinda Vidinha, Victor Martins, Rui Neves Neves, Agostinho Marques, Jose Maria Oliveira Oliveira, Cláudia Ferreira, Maria Conceiçâo, Cláudia Sofia Barbosa, Sãozinha Sousa, Maria de Lurdes, Carolina Coelho, António Pontes, João Sousa, João Sousa

Sabe a historia da Maria sangrenta?Existem as mais diversas histórias associadas a Maria Sangrenta ou Bloody Mary, até p...
26/02/2024

Sabe a historia da Maria sangrenta?

Existem as mais diversas histórias associadas a Maria Sangrenta ou Bloody Mary, até porque esta partilha o seu nome com um cocktail dos nossos dias, mas a mais importante de todas essas tramas é provavelmente a da origem da figura. Isto porque, no ritual que bem conhecemos dos filmes, alguém se aproxima de um espelho e repete o nome desta figura por um número pré-determinado de vezes, fomentando a apresentação de um monstro feminino que frequentemente causa a destruição do invocador. E até aí tudo bem, é provável que conheçam essa parte de toda a sua lenda, mas quem foi, na verdade, a Mary - ou Maria, para nós - original?

Ouvimos, e também fomos lendo, as mais diversas opiniões sobre a sua identidade original. A versão mais espampanante fala da Rainha Maria I da Inglaterra, outras referem Elizabeth Bathory da Hungria, com alguns a ligarem-na a La Llorona ou a "Damas Brancas" como a falsa Teresa Fidalgo. Contudo, as versões tradicionais americanas nunca vão tão longe, falando apenas de uma mulher local que, devido aos seus atos em vida, foi de alguma forma punida, ou instigadora de punições, depois da morte. Por exemplo, uma tal Mary Worth, que se crê ter vivido no século XVII, que era uma menina com a cara desfigurada por uma doença, tão gozada pelos seus companheiros que foi levada ao suicídio ou morta durante um episódio de perseguição às bruxas. Noutras versões, ela matava era os escravos que tinham escapado dos seus donos. E os nomes vão-se seguindo - Mary Whales, Mary Johnson, Mary Lou, ... - com as mais diversas histórias, que têm sempre em comum o facto de apresentarem uma menina ou mulher com um mesmo primeiro nome. Qual delas a evocada no espelho, é algo que, como bem nos diz a sabedoria popular, "venha o Diabo e escolha"...



Onde entra tudo isto no próprio cocktail que partilha o nome de Blood Mary (que, curiosamente, nunca ouvimos referido pelo nome português de Maria Sangrenta)? Também aí existem as mais diversas versões para o explicar, mas o fator mais notável é o facto da bebida conter bastante sumo de tomate, que associado à vodka lhe dá uma consistência semelhante ao sangue. Terá isto alguma coisa a ver com a história ou lenda acima, ou é apenas uma mera coincidência de nomes? Mais uma vez, isso é apenas algo que terá de ficar à pura opinião dos leitores.

Ainda, o que dizer sobre o ritual do espelho, tão presente na última parte da história de Maria Sangrenta ou Bloody Mary? A explicação mais fácil passa pela existência de vários rituais, em culturas pelo mundo fora, que insistiam na ideia de que fixar o olhar num espelho, enquanto se dizia "algo", tinha alguma propriedade oracular, como a possibilidade de uma jovem rapariga ver antecipadamente o homem com quem acabaria por casar. Existiam até procedimentos semelhantes na nossa cultura portuguesa (e eles continuavam a existir até há menos de um século...), mas o aqui relevante é que essa fixação do olhar pode, em alguns casos, levar a alucinações, sendo portanto possível que as pessoas acreditem, verdadeiramente, que tinham visto uma figura como aquela a que dedicamos as linhas de hoje.

Em suma, o que sabemos em relação à história de Maria Sangrenta, ou Bloody Mary? Na sua forma original, que já inspirou tantos filmes, ela poderá ter-se baseado numa qualquer personagem histórica americana, que pelos actos em vida - seja os que cometeu, ou que lhe foram cometidos - ficou na imaginação popular. Depois, ao longo do tempo essa lenda foi-se fundindo com outros procedimentos ligados ao Oculto da sua época, tendo daí nascido todo o ritual do espelho. E, mais recentemente, esquecido todo esse contexto original, foi gerada a forma da lenda que hoje conhecemos...
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